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A mostrar mensagens de novembro, 2017
DE DESCULPA EM DESCULPA… «Acossado já sabemos o que esperar de António Costa: vai culpar a Europa, os mercados, o fim do plano Draghi, a conjuntura internacional e ainda o Governo anterior. As desculpas serão semelhantes às de Sócrates. Com uma novidade; culpar o Governo anterior apesar de decorridos dois anos após a sua saída». João Duque, jornal «Expresso», 25/11/2017. «É costume de um tolo, quando erra, queixar-se dos outros. É costume de um sábio queixar-se de si mesmo». Sócrates. Costa actua no quadro em que o PS sempre actua: a culpa nunca é dele, deles, é sempre de outrem. Sócrates levou o país à bancarrota por completa incompetência e manifesta irresponsabilidade, mas desculpou-se e refugiou-se na crise internacional e no chumbo do PEC IV. A falência do banco Lehman Brothers foi em 15 de Setembro de 2008, mas Sócrates conseguiu gerar um défice de 11,2% mais de dois anos depois, no fim do ano e exercício de 2010, sob o argumento de que a Europa mandou gastar para es...
«Os últimos dois anos provaram que António Costa e os seus parceiros nunca tiveram, de facto, alternativa nenhuma. Porque consumir a folga criada pelo ajustamento da troika, pela política do BCE, pelo petróleo barato e pelo crescimento económico na Europa, compensando eventuais desequilíbrios com cativações e impostos — é um expediente, mas não é um plano». Rui Ramos, Jornal «Observador», 28/11/2017.   «Só no que sobeja se segura o que basta». Padre António Vieira.   Este Governo – fruto de uma coligação negativa – e exactamente porque não tem nenhum plano além das reversões, nem nenhuma ideia para o país além de se manter no poder a todo o custo, só tem casos no seu curriculum que, manifestamente, comprovam a asserção supracitada, elenco os principais:   ·         A reiterada falta de coesão e de solidariedade dos partidos da extrema-esquerda no Parlamento, a obrigar o Governo do PS a precisar dos votos da direita. ...
«Esgotado o discurso de “a culpa é do Passos Coelho”, e esgotado o programa de Governo das reversões, a geringonça começou a ser confrontada com as suas próprias contradições, debilidades e insuficiências. Pedro Passos Coelho era o principal elemento aglutinador desta solução governativa e, desde que anunciou a saída, a geringonça treme por todos os lados». Pedro Sousa Carvalho, Jornal «Economia on-line», 28/11/2017. «Muitas vezes a mentira hoje no mundo é mais poderosa do que a verdade». Padre António Vieira. O Governo de Passos Coelho cometeu imensos erros, é verdade, mas conhecem o velho aforismo popular: «casa em que não há pão, todos ralham e ninguém tem razão» … e foi exactamente isso que se passou em 2011 e nos 2/3 anos seguintes fruto da falência do país, é que não deixaram pão nenhum na despensa, deixaram um país em escombros atulhado de dívidas… Contudo, há um erro capital, de palmatória e imperdoável que ele e o seu Governo cometeram e que foi   absolutamen...
«A deputada bloquista Mariana Mortágua fez esta tarde um discurso forte em que criticou o PS por ter recuado na aprovação de uma proposta do Bloco, acusando o Governo de "não honrar a palavra dada".» Jornal «Expresso», 27/11/2017.   «Reserva um lugar proeminente para a lealdade e a sinceridade». Confúcio.   Parece que o PS tinha acordado com o BE na última sexta-feira, uma proposta para uma contribuição a pagar pelas empresas de energia renovável, como parte das contrapartidas para a aprovações do orçamento de Estado para 2018 pelo BE…   Mas ontem, no parlamento e na votação da dita alteração, o PS roeu a corda e vetou a dita proposta.    Moral da história: o PS não honra os compromissos que assume quando é oposição; que o diga o Governo de Passos com o qual o PS (quando o líder era Seguro) assinou um acordo de baixa gradual do IRC, Costa mandou o acordo às urtigas e o IRC não desceu mais… e quando é governo; que o diga o BE que experimentou o...
ROMA NÃO PAGAVA A TRAIDORES – ESTES FICAM NA HISTÓRIA PELOS PIORES MOTIVOS…   «Os portugueses devem muita da liberdade e da sua democracia aos heróis que no dia 25 de Novembro de 1975 derrotaram as forças radicais de esquerda. Na altura, o PS de Soares juntou-se às forças democráticas, o PSD e o CDS. 42 anos depois, o PS de Costa está aliado aos partidos derrotados em 1975». João Marques de Almeida, Jornal «Observador», 26/11/2017.   Em Portugal estamos confrontados com um problema de uma ideologia que com o tempo provou – passaram-se 100 anos – estar obsoleta, desfasada inelutávelmente da realidade porque nenhum dos seus postulados principais se cumpriu nem alguma vez cumprirá e, acima de tudo, na economia, inviável e comprovadamente absurda. Tal como na química, os mesmos estímulos ou reagentes provocam sempre as mesmas reações; igualmente, onde houve comunismo, houve sempre miséria (ainda há: CubA e Coreia do Norte e mais alguns…) e desgraça a todos os níveis! E ...
O GOVERNO DOS ‘FOCUS GROUPS’ - COMPLETAMENTE DESFOCADO DO INTERESSE NACIONAL… «Governo paga 37 mil euros por focus group para reunião de Aveiro. Cidadãos que vão fazer perguntas ao primeiro-ministro e aos ministros recebem valores que ultrapassam os 200 euros. Governo e Universidade dizem desconhecer as condições oferecidas aos participantes no 'focus group' encomendado pelo Executivo da 'geringonça'.». Jornal «Sol», 25/11/2017. ·   Isto é uma verdadeira escandaleira e se não fosse por mais nenhuma razão, por ser tudo pago com o nosso dinheiro! É de um despudor a toda a prova! E não adianta dizer que o critério das perguntas é da Aximage, alguém que é contratado para algo vai fazer perguntas inconvenientes ao cliente que o contratou? Mas isso seria o menos, o grave, repito, é que trata-se de pura propaganda paga com o nosso dinheirinho, de todos nós, com os nossos impostos, com o nosso IRS! E a prova concludente, irrefutável de que é assim, está no...
REGISTOS DE HERANÇAS DESMENTEM MITO DA FORTUNA DA MÃE DE SÓCRATES – ESCRITURA DE PARTILHA EM 1992, AVALIA CASAS RECEBIDAS EM CERCA DE 3 MIL CONTOS (15 MIL EUROS). Parangonas do jornal «CM», 25/11/2017. «CÁ SE FAZEM, CÁ SE PAGAM». Aforismo popular. Juro que é verdade, há muito tempo que estou a tentar sair do Sócrates, sair no sentido de não escrever nem mais uma linha sobre o homem, desinteressar-me, ignorá-lo por um questão de dó, o homem mete dó… acontece que Sócrates é que não me dá tréguas, não me larga nem nos larga, as notícias a seu respeito, sucedem-se… Ao ler estas parangonas hoje, não consigo esquecer-me de ter lido uma entrevista de Sócrates há uns anos atrás em que ele dizia qualquer coisa como isto: «a minha Mãe herdou tanto dinheiro do meu avô que nem sabia bem o que lhe havia de fazer»! As palavras podem não ter sido estas, a ideia foi! É forte! É por isso que eu acho que Sócrates liquidou completa e irreversívelmente a sua imagem, já não é um político, tã...
«INFARMED – Ministro admite a trabalhadores recuar na decisão». Parangona do «JN», 23/11/2017. Um Governo completamente à deriva e sob a batuta da demagogia. Decisão absurda e que vai gerar uma monstruosa dor de cabeça aos trabalhadores da Instituição, dou só três exemplos (mas haveria muitos mais…); já viram o que vai ser, com esta bolha imobiliária, arranjar casa no Porto? E o problema do emprego do(s) cônjuge(s), um fica em Lisboa com os filhos e o outro vem para o Porto? E, finalmente, os pobres dos filhos que ficam sem os amigos de sempre, da escola, da rua ou do bairro… Nunca vi medida mais tosca e mais desarrazoada! Com medidas destas soa mais a agonia da Geringonça do que a vitalidade e, sobretudo, descentralização como foi invocado. Finalmente, se o Ministro admite recuar na decisão – estamos perante a mais fina hipocrisia que nem sequer permite invocar ser para inglês ver… é virada contra os portugueses nados e criados, a maioria em Lisboa, suspeito…
«[…] são um atentado à inteligência de todos, porque nos querem fazer crer que não há, entre os cerca de 100 mil professores, um só incompetente ou, pelo menos, sofrível. Todos, […] atingem o topo de carreira e o respectivo ordenado. Basta que deixem passar o tempo, que é igual para todos – competentes e incompetentes. […] venham daí todos os outros profissionais do Estado para a mesma reivindicação. [...]E se o governo até começou por anunciar que a austeridade acabou, não há como não repor tudo como estava antes. Antes da bancarrota […]». Paulo Ferreira, jornal «Economia on-Line», 20/11/2017. Lendo-se um excerto dum texto como este, não sei como é que não se possa estar de acordo com o que o articulista pensa e escreve. Depois, o que salta à vista é que quer os sindicatos, quer os professores, não têm uma réstia de razão: 1.       É absurdo que não haja um filtro que aparte, beneficie, premeie e incentive os bons professores – que, para tal, devem...
« A morte de uma pessoa é uma tragédia ; a de milhões , uma estatística». Estaline . «O PCP e o Bloco não estavam fora do arco da governabilidade por acaso, por capricho. Estavam fora do arco da governabilidade porque, além de se filiarem em tendências políticas que desconfiam das democracias ocidentais, sempre advogaram uma governação irrealista, populista, tudo para todos, sem limites […]». Adolfo Mesquita Nunes, Jornal Negócios, 20/11/2017. Faltou acrescentar – mas de importância capital – que são partidos totalitários, anti-democráticos que têm uma concepção da tomada de poder e de exercício do mesmo, revolucionária, Leninista, que faz tábua rasa da democracia e do Estado de Direito e para quem o homem e o respeito pelas suas características únicas e principais: integridade física, dignidade intrínseca, inteligência, sensibilidade, ideologia, valores, costumes e religiosidade, se for o caso, são completamente desprezadas, espezinhadas e violadas – e o melhor exemplo que o...
«PSD e CDS-PP recusaram hoje "passar um cheque em branco" à participação portuguesa na cooperação reforçada na segurança e defesa, [embrião de um exército pan-europeu ou, pelo menos, esboço de uma defesa europeia colectiva] enquanto PCP e Bloco de Esquerda se demarcaram da opção do executivo de aderir a este mecanismo europeu». TSF, 21/11/2017.   Mas estão, mesmo assim, dispostos a apoiar o PS.    Não consigo perceber os motivos pelos quais o PSD e o CDS-PP dão mais uma vez a mão ao PS em casos em que este último não consegue convencer os seus aliados ‘naturais’ da Geringonça a apoiarem-no… então não faria sentido vetar qualquer acordo e pôr em evidência, se é que isso ainda era preciso, que um partido democrático só por puro oportunismo político – como o fez António Costa – se pode aliar a partidos totalitários e que da democracia não têm nem vestígios, só invocam falsamente a prática?    Acresce que não se pode ter alianças com partidos que disc...
«A última vez que o preço da gasolina esteve tão caro em Portugal, o barril do petróleo custava mais de 110 dólares. Agora, a matéria-prima está cotada na casa dos 60 dólares e os automobilistas pagam uma brutalidade. A razão é o crescente peso dos impostos». Armando Esteves Pereira, Jornal «CM», 20/11/2017.   É claro que quando Costa resolveu aumentar o litro dos combustíveis em 6 cêntimos de uma vez – que no OE seguinte tornou a aumentar, aumentos que não tiveram nada a ver com o preço da matéria prima, tratou-se de aumento de impostos descarado! – o preço do barril de petróleo rondava os 40 dólares o barril. Agora é que a porca torce o rabo, o preço já aumentou mais de 50% na origem, os combustíveis estão caríssimos – sobretudo depois destes aumentos de impostos – e isso tem um forte impacto na economia, como é óbvio, e no nosso bolso também…   Foi tão bom ter acabado a austeridade, não foi? Agora já não poderemos repetir:    É a austeridade, ‘s...
«José Eduardo dos Santos deixou negócios de 12 mil milhões de euros aos filhos. O montante diz respeito a negócios das firmas onde têm ações ou que estão ligadas a sócios que sempre os acompanharam». Jornal Económico, 18/11/2017. Colossal se pensarmos que a fortuna de Américo Amorim era de 3,2 mil milhões de Euros… Fico confundido, José Eduardo dos Santos não foi o líder do MPLA, movimento marxista que tinha como programa expulsar os colonialistas portugueses, desiderato cumprido, e criar uma sociedade sem classes nem exploração do homem pelo homem, princípios e lengalenga básica de qualquer partido marxista… São todos marxistas até chegarem ao poder… – como Robert Mugabe que conseguiu a façanha de viver como um nababo durante 37 anos e destruiu completamente o país ao ponto da fome grassar naquele que foi um dos celeiros de África, o Zimbabwe… – depois é o que se vê…
«O compromisso [com os sindicatos dos professores] prevê a recuperação do tempo de serviço dos professores e o início da reposição salarial ainda na presente legislatura, prevendo-se, […] "que o encerramento desta recuperação seja na legislatura seguinte […]». Jornal «DN», 18/12/2017. «Um pecado tem sempre como consequência outro pecado». Textos Judaicos. Como de costume, o governo cedeu. Cedeu porque é um governo fraco e o mais eleitoralista de sempre – ainda pior do que o de Sócrates, o de má memória! – e que tem como único objectivo ganhar as eleições para limpar a forma espúria como chegou ao poder e por lá se perpetuar. E isto é a maior indignidade e iniquidade, a maior trafulhice política que me foi dado observar: então este Governo assume compromissos para a próxima legislatura? Este governo e os partidos que o suportam têm a certeza de que vão ganhar as próximas eleições? E se as perderem? Amarram e vinculam quem quer que as ganhe a compromissos iníquos que sã...
E O PRINCÍPIO DA ACÇÃO – RESPONSABILIZAÇÃO, NÃO É LEVADO EM LINHA DE CONTA? «Costa sem “condições financeiras para dar resposta” aos professores em 2018. Docentes vão ter as carreiras descongeladas, mas primeiro-ministro diz que o Orçamento não tem verba para contabilizar os anos que estão para trás». Renascença, 17/11/2017. «Não é a injustiça em si mesmo que nos fere, é o sermos vítimas dela». Pierre Nicole. Porque se tivesse verba; Costa daria até ao último tostão - obedecendo ao excelente princípio: privilegiemos a função pública em detrimento de todos os outros portugueses… Que me desculpem os meus amigos professores socialistas, que sei que tenho alguns, mas eu acho que a maioria das pessoas está a ver mal o problema… Em primeiro lugar, haver promoções por antiguidade e sem avaliação, é uma aberração que não acontece em mais lado nenhum do mundo, só em Portugal! Depois, os professores fazem parte da função pública, a função pública é a menina dos olhos dos socia...
«O modelo português é uma lição para a esquerda na Europa», François Hollande, Ex-Presidente francês, Jornal «Expresso», 11/11/2017.   ‘Non, Monsieur François Hollande, vous avez tort’… «A política é constituída por homens sem ideias e sem grandeza». Albert Camus. François Hollande seguramente que como pessoa é muito estimável. Políticamente é uma nulidade, um zero absoluto, rotundo! Em primeiro lugar, parece ignorar a história do seu próprio país, será possível que desconheça a «Frente Popular» de Léon Blum em 1936, aliança entre socialistas, comunistas e radicais e que além de efémera foi um fracasso pois perdeu logo as eleições subsequentes, pretende repetir o que soçobrou? Já não falo de Espanha em que uma Frente Popular idêntica desembocou directamente na Guerra Civil. Não foram própriamente experiências que deixaram escola… Depois, Hollande esqueceu-se que não tem nenhuma espécie de autoridade moral ou política para o aconselhar por o seu mandato ter sido péss...
«Foi a pátria dos sovietes, o primeiro país do mundo a pôr em prática ou a desenvolver como nenhum outro direitos sociais fundamentais, como o direito ao trabalho, a jornada máxima de oito horas de trabalho, as férias pagas, a igualdade de direitos de homens e mulheres na família, na vida e no trabalho, os direitos e proteção da maternidade, o direito à habitação». Jerónimo de Sousa, Jornal «Expresso», 11/11/2017. «Não pode haver maior cegueira, nem mais cega, que ser um homem cego, e cuidar que o não é». Padre António Vieira. GULAG – acrónimo russo que significa: «Direcção Geral dos Campos» de trabalhos forçados. Quando Jerónimo de Sousa faz a apologia das “conquistas do povo russo”, não creio que se  refira aos mais de 30 milhões de cidadãos russos que foram desterrados e condenados aos Gulag espalhados por toda a Sibéria e onde as coisas eram ligeiramente diferentes, nestes era comum: ·         O direito ao trabalho estava g...
«Eles [os comunistas, o PCP] só cuidam dos funcionários públicos, sindicatos, autarcas e clientelas que alimentam e de que se alimentam. O país nunca lhes interessou mais do que a manutenção da ideologia cujo sucesso assenta na pobreza. Se, por um milagre, Portugal passasse a ser bem administrado e menos desigual e injusto, os comunistas desapareciam. E do bloquismo restaria o perfume do caviar». Clara Ferreira Alves, Revista «E – A Revista do Expresso», 28/10/2017. «É preciso que os pobres sejam tão pobres que não lhes reste senão revoltarem-se». Paul Morand. ‘Cujo sucesso assenta na pobreza’ , exactamente, o comunismo assenta na pobreza, foi assim que chegou ao poder na antiga Rússia, um país miserável e com relações sociais e laborais de tipo medieval, e é devido à pobreza – e já agora, ao analfabetismo e iliteracia política – que ainda mantém a fidelidade e o voto de 8,25% dos portugueses, como nas últimas legislativas de 2015 – sendo que já tiveram quase o dobro da vota...
«[…] o atual primeiro-ministro, que na altura era presidente da Câmara Municipal de Lisboa, usou o espaço do Panteão Nacional para um evento para promover o fado. O evento foi promovido pelo Turismo de Lisboa, uma associação de fins privados, mas cuja presidência é assumida, por inerência, pelo presidente da Câmara de Lisboa». Jornal «DN», 13/11/2017. «As pequenas mentiras fazem o grande mentiroso». William Shakespeare. Quando interpelado sobre este evento, António Costa respondeu: «não sabia de nada»!   Bom, isto é como a polícia de choque reprimir uma manifestação violentamente e o Ministro da Administra Interna quando interpelado no rescaldo da operação policial sobre o número de vítimas, dizer que não sabe se houve manifestação e ignora se houve carga da polícia…    Ou como o Banco de Portugal mandar cunhar uma moeda comemorativa da entrada de Portugal no Euro e o seu Administrador dizer: «moeda, que moeda, do que é que está a falar?»…    ...