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A mostrar mensagens de fevereiro, 2022
  UMA OPINIÃO AO ESTILO “BLITZ” – CDXVIII «O Governo, apurou o ECO, está a trabalhar num cenário de um défice de 2,9% em 2021, abaixo de 2% em 2022, e próximo do equilíbrio em 2023». Jornal “ECO”, 24/02/2022. Boa, é tão raro este Governo dar azo a ser elogiado que até me surpreende quando é o caso! A primeira condição para este País poder progredir é livrar-se dos défices crónicos que aumentam anualmente a dívida pública e nos deixam cada vez mais pobres e cada vez com mais stock da dívida e correlativos juros a pagar. Costa e o PS estão a fazer aquilo que tanto criticaram à direita: controle do défice e simultaneamente, honrar e baixar a dívida pública – antes isso do que o “hair-cut” ou reestruturação – que, como toda a gente sabe, é um perdão de dívida que se traduz em não pagar uma parte muito substancial da mesma, só muito excepcional e remotamente com o acordo dos credores – da dívida pública que muita gente do PS e toda a extrema-esquerda durante anos clamou contra ...
  PENSAMENTO(S) SIMPLES DO DIA – MDCXLIII                                                               18/02/2022 JÁ HÁ UMA NOVA MAIORIA ABSOLUTA DO PS – E AINDA ESTAMOS A PAGAR AS SEQUELAS DA ÚLTIMA BANCARROTA DE SÓCRATES… DO MAL O MENOS… Ninguém nunca consegue fazer a contabilidade completa dos custos de uma bancarrota, e nós não somos excepção no que diz respeito à última que vivemos em 2011. Com efeito, não se trata sómente dos custos directos, por exemplo: a PT que era portuguesa foi à vida, os CTT, a EDP e a ANA, só para citar as principais, pertenciam ao Estado e perdemos o controle sobre as mesmas, tiveram que ser privatizadas fruto do acordo firmado por José Sócrates e o seu Governo com a Troika. Acresce que a Tap fez o percurso inverso, tinha sido privatizada e agora caiu-nos no re...
  PENSAMENTO(S) SIMPLES DO DIA - MDCXLII OS REVISIONISTAS DA (NOSSA) HISTÓRIA… Assisti ao longo desta última campanha eleitoral – sobretudo nas redes sociais - à negação despudorada dos factos históricos e ao branquear obsceno do papel de alguns intervencionistas nos mesmos. É preciso fazer uma breve resenha do que se passou a partir de 2005, para compreender como é obscena esta tentativa e como, apesar de tudo, ainda há uma multidão de tansos que acreditam nela. A crise começou com a falência do Lehman Brothers em Setembro de 2008. Portugal e a banca portuguesas não estavam expostos à vigarice monumental do “sub-prime”, felizmente. Por outro lado, José Sócrates ganhou as eleições de 2005 com maioria absoluta e governou até 2009, ano em que a tentou renovar mas em que só conseguiu uma maioria relativa: 36,55% dos sufrágios, versus 29,11% do PSD e 10,43% do CDS, não considero os outros partidos por não fazerem parte do convencionado à época, arco da governação. A desvairad...