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A mostrar mensagens de fevereiro, 2018
DA EQUIDADE LABORAL OU DA INIQUIDADE POLÍTICA… «Das 1862 creches com acordo de cooperação com a Segurança Social (SS) que existem no país, só uma tem o chamado "acordo atípico" que permite o funcionamento aos fim de semana e feriados. O DN sabe que a grande maioria dos pedidos que ao longo dos anos têm chegado à SS a solicitar a comparticipação do Estado para este tipo de situação têm sido recusados». Jornal «DN», 26/02/2018. Ora, o senhor Ministro do Trabalho Solidariedade e Segurança Social, Vieira da Silva, disse que este apoio aos trabalhadores da Autoeuropa não só não é novo como não é exclusivo para estes trabalhadores, mas como não deve ter mentido – fica muitíssimo mal a um Ministro mentir… – deve ter-se enganado… a verdade é que ainda não vi nenhuma nota do seu gabinete a corrigir o lapso, logo… É que este tipo de acordo não só não abrange os fins de semana e os feriados – como supostamente abrangerá na Autoeuropa – como existe somente para o alargamento ...
«Catarina Martins dá um mês ao Governo para abrir concursos de vinculação de precários». «Sapo 24», 26/02/2017. «Se soubessem como eu sou hipócrita»… Não, podem pensar que a citação em supra é de Catarina Martins, não é, ela não tem nem abertura, nem lisura, nem categoria para uma afirmação dessas – é de Florbela Espanca! Atenção isto é muito sério! Catarina Martins não brinca! Ela pode ter sido actriz de teatro com imenso talento mas neste momento não está a encenar peça nenhuma – é melhor ter cuidado! Ela fala a sério e dá um mês ao Governo, só um mísero mês para o Governo emendar a mão... Caso contrário, se dentro de um mês não houver o concurso para meter mais uns milhares na Função Pública – promitentes votantes no Bloco de Esquerda ou partidos similares – como é mais do que legitimo e natural, Catarina Martins deixa de apoiar a Geringonça, deixa definitivamente de suportar e votar coma Geringonça no Parlamento, em suma, corta relações com o Governo PS e prov...
“Poderemos todos continuar a fingir que nada disto é importante, que se pode construir um projeto comum entre PS, Bloco de Esquerda e PCP, apesar das insuperáveis e reiteradas divergências. Poderemos fazê-lo se aceitarmos reduzir o discurso político à dimensão de um embuste». Francisco Assis, o eurodeputado do PS, jornal «Público», 23/02/2018. «Em tempos de embustes universais, dizer a verdade torna-se um acto revolucionário». George Orwell. Claro que há inúmeras razões para considerarmos a Geringonça um embuste, essas têm sido permanente e exaustivamente apontadas, como as diferenças entre eles em relação à Nato, Europa, Euro e, “ last but not least” , à economia de mercado, nunca referida mas que faz toda a diferença e é mesmo capital. Atenho-me agora sobretudo à dimensão democrática das suas diferenças; como querem que o PS se possa entender com um partido genuinamente marxista/leninista, o PCP, e outro partido de inspiração Trotskista, Maoista e Estalinista, o BE? O PCP ...
«Arménio Carlos pede “clareza” a Costa: “estender a mão ao PSD é ajudá-lo a voltar ao poder”». Jornal «i», 23/02/2018. «Do fanatismo à barbárie não há mais do que um passo». Diderot. É curioso, a mim parece-me que é exactamente o contrário, quem está a estender a mão não é Costa, é Rui Rio; quando afirma que apoiará um Governo minoritário de Costa no Parlamento – como afirmou – é Costa que está a dar a mão a Rio, ou Rio que está a permitir a Costa brandir uma aliança à direita, se muito apertado pelas esquerdas e, dessa forma, ganhar margem de manobra junto do BE e do PCP? É claríssimo que não é como afirma Arménio Carlos! Arménio Carlos sofre da síndrome de todos os dirigentes comunistas, veem tudo enviesado e distorcem a realidade o necessário para que encaixe nos ditames e preceitos da ideologia, mesmo que para isso tenham que dizer barbaridades ou cometer asneiras lineares, básicas, como é o caso. Por algum motivo são apodados de radicais e são-no, de facto… É por i...
«O meu sonho é dever muito, não ter nada e, o resto, deixar para os pobres». François Rabelais. «Caiu [a dívida pública] para 126,2% do PIB em 2017. Apesar de o valor absoluto da dívida ter aumentado em relação a 2016, a aceleração da economia permitiu que o rácio da dívida caísse, ficando em linha com a meta do Governo. No ano passado, o valor absoluto da dívida aumentou em 1,6 mil milhões, ascendendo a 242,6 mil milhões de euros». ECO economia online, 22/02/2018. Ou seja, a dívida continua a aumentar, imparável e sem que o Governo socialista – a beneficiar de uma excelente conjuntura internacional bem como da compra de dívida pelo BCE e da explosão do turismo dentro de portas – a consiga travar quanto mais diminuir! Os socialistas nunca o conseguem, lembram-se de Sócrates, quando chegou ao poder, a dívida   equivalia a cerca de 60% do PIB, quando saiu, deixou-a em 115%   – quase que a duplicou em 6 anos… nada mau, excelente gestão e grande político… Hoje devem...
«Debaixo de fortes críticas de médicos, o ministro da Saúde demarcou-se ontem dos atrasos na abertura de concursos para colocar jovens especialistas, atribuindo as responsabilidades às Finanças». Jornal «i», 22/02/2018. Este é um Governo mau em quase tudo o que toca, últimos exemplos: a lei do alojamento local que se propõe acabar com aquilo que tirou o País da lama e da bancarrota para onde os socialistas o lançaram em 2011 – que falta de reconhecimento, gratidão e visão! – e o fim do desconto nas farmácias que contraria o mercado, a livre concorrência e a lei da oferta e da procura… Contudo, o exemplo supracitado ultrapassa tudo: eu pertenço a um Governo mas além de não ser solidário com ele, como me compete moral, deontológica (num sentido colegial e não de classe profissional) institucional e pessoalmente, acuso o meu colega das Finanças dos males que grassam no meu Ministério… além de fácil, é irresponsável e muito feio… Como se comprova e para quem tivesse dúvidas, co...
«Bill Gates defende que ricos devem pagar mais impostos. Milionário e filantropo define a reforma tributária do Governo do Presidente Donald Trump como “regressiva”.».   Eco - economia online, 19/02/2018. «Rico é aquele que tem tanto que não deseja mais». Cícero. Um dos homens mais ricos do mundo defende este princípio e está contra a baixa de impostos decretada pelo Governo de Trump e completamente em sintonia com o grande pensador e filósofo romano, Cícero. Karl Marx defendia – nunca é de mais recordá-lo e reincido com estupefacção sobre este assunto por me parecer de extrema importância – precisamente o contrário: que o capital, leia-se os capitalistas, eram insaciáveis, queriam sempre ganhar e acumular mais e mais dinheiro. O capitalismo caracterizava-se, aliás, exactamente por isso, a vontade insaciável de explorar os pobres e os oprimidos – sem nenhuma contemplação, humana, social ou de outra índole pelos assalariados ou proletários – que não passavam de meros jogue...
«Costa considera “positiva para o país nova disponibilidade” do PSD para dialogar». Jornal «Expresso», 20/02/2018. «A única coisa pior do que um mentiroso é um mentiroso que também é um hipócrita». Tennessee Williams. Para lorpas, para tansos, para totós, só os mentecaptos ou os incrivelmente ingénuos podem acreditar nisto. Costa foi dos políticos que mais apoiou e deu força até ao último folego a José Sócrates quando este e o seu Governo atiraram o país para a valeta e para a bancarrota em 2011. Depois disso, durante quatro anos e meio o PS, e Costa também deu o seu contributo muito activo para esse fim, recusou-se a ajudar – como era sua estrita obrigação moral pelo estado em que tinha deixado o País – e a dialogar com o Governo PSD/CDS para agora proferir uma declaração destas! Vetou-o, segregou-o, ostracizou-o e vilipendiou-o – como se fosse virgem e não tivesse culpas no cartório – de uma forma lamentável! Para neste momento, farisaica e 'inocentemente', expr...
«"Fiz parte de um governo difícil", em que o país estava na "bancarrota" e o trabalho foi "muitas vezes incompreendido", sublinhou Cristas». Jornal, «Expresso», 18/02(2018.   «Uma mentira repetida mil vezes torna-se verdade». Joseph Goebbels.   Assunção Cristas tem toda a razão, governar um país falido é uma coisa que nem ao nosso pior inimigo devemos desejar. Mas o que mete verdadeiramente impressão é que os portugueses tenham comido a patranha e assimilado a falácia de que foi o Governo PSD/CDS o responsável pelas vilanias que José Sócrates infligiu ao País com o seu pedido de resgate em 6 de Abril de 2011. Ora o Governo PSD/CDS só tomou posse em 21 de Junho de 2011, mais de dois meses e meio depois de Sócrates ter chamado a Troika, com a bancarrota consumada e o seu rol de desgraças bem delineado para o novo Governo impor aos portugueses, legado de Sócrates e exclusivamente a seu crédito…   Há imensos portugueses que ao ouvirem mentir...
«Rui Rio quer uma reforma “que confira justiça, racionalidade económica e sustentabilidade à Segurança Social”. […] “Urgências caóticas, serviços de internamento permanentemente sobrelotados, falta de recursos humanos, desertificação de médicos no interior do país, défice de investimento, deficiente manutenção de equipamentos, atrasos nos serviços de emergência médica e cativações cegas são exemplos claros da deterioração a que o atual governo tem conduzido o SNS”.». Rui Rio, Jornal «i», 19/02/2018.   «Coisas impossíveis, é melhor esquecê-las do que desejá-las». Camões.   Eis o retrato perfeito do que este Governo tem estado a fazer na área da saúde. Os partidos de esquerda deviam sentir vergonha com esta descrição, por um motivo muito simples – é o     retrato fidedigno, real e verdadeiro do que se está a passar. Acresce que durante anos não se cansaram de acusar ad nauseam que o anterior Governo queria acabar com o Serviço Nacional de Saúde… o que não...
«Há mais 10 mil funcionários públicos em dois anos de “geringonça”. As estatísticas publicadas esta quinta-feira mostram que no ano passado o número de funcionários públicos na administração pública aumentou em cerca de 5,5 mil, uma subida idêntica à de 2016». ECO – economia online, 16/02/2018. «Há algo de podre no reino da Dinamarca». Shakespeare. Para além do aumento nestes dois últimos anos, é preciso uma visão mais abrangente da situação… As contas são simples de fazer; a Função Pública é a melhor coutada eleitoral da esquerda. Grosso modo, com Sócrates, atingimos o número máximo de funcionários públicos em 2011: 727.805, ou seja, com a esquerda a governar e o seu populismo tão típico. Com Passos Coelho, 629.123, quer isto dizer que a direita foi obrigada pela Troika a reduzir estes números em 98.682, por o rácio número de servidores do Estado/habitantes, ser excessivo. Agora caminhamos para o mesmo… Vejamos quanto é que isto custa: Hoje sabemos que o salário médio...
«Centeno proíbe hospitais de pagar a fornecedores. Tranche de 500 milhões foi transferida em janeiro. Logo de seguida, Finanças bloquearam a sua utilização». Jornal «JN», 16/02/2018. Leio estas parangonas deste jornal – afecto ao PS desde sempre – e ocorre-me uma única observação, para além do acto de propaganda que consistiu na altura o anúncio de que o Governo tinha disponibilizado mais de 1.000 milhões de euros para pagar (abater) dívidas do Serviço Nacional de Saúde: Parece que a austeridade acabou…
«Rui Rio tem de afrontar o PS, não tem de fazer acordos» , Miguel Albuquerque, parangona do Jornal «DN», 15/02/2017. «A coragem conduz às estrelas, e o medo à morte». Séneca. Diz Miguel Albuquerque e diz muito bem, é do interesse nacional e há que ter coragem para o fazer. É a única estratégia que faz sentido e a única possível sob o risco de o PSD se tornar uma muleta do PS ao estilo MPD/CDE em relação ao PCP, substituído hoje por aquela coisa a que chamam os Verdes. O PCP é um partido que precisa sempre de muletas para disfarçar as suas fragilidades eleitorais, o escasso apoio que recolhe junto do povo português, nas últimas eleições, coligado, claro, obteve uns míseros 8,25%! Se concorresse sózinho, seriam menos ainda… assim, fica a dúvida… Assim como é do interesse nacional desalojar quer o PS do poder, quer os partidos fossilizados que o acompanham, uma vez que o PS não consegue governar sózinho e quando conseguiu – Sócrates obteve a única maioria do PS em 2005 – o resul...
«Portugal propõe três novos impostos europeus. Impostos sobre plataformas digitais, empresas poluentes e transações financeiras internacionais serão apresentados na reunião informal do Conselho Europeu de 23 de fevereiro». Jornal «DN», 12/02/2018.   «A arte de governar geralmente consiste em espoliar a maior quantidade possível de dinheiro de uma classe de cidadãos para a transferir para outra». Voltaire.   Acho absolutamente extraordinário que num País que está sobrecarregadíssimo de impostos, o Primeiro-Ministro co-optado e não escolhido pelo eleitorado, se lembre de propor isto num forum europeu. Eis o grande contributo do grande líder! Ao que parece, secundado pelo Presidente da República… chega a ser patético que o Primeiro-Ministro do País com o nível de vida mais baixo da Europa Ocidental e a maior carga fiscal, proponha um aumento de impostos que, como é óbvio, o Zé é que vai pagar do seu bolso…   O socialismo também é isto, ou é principalmente ist...
ALFREDO BARROS E VASCO GRAÇA MOURA… No dia triste da partida de Alfredo Barros, ocorrem-me algumas lembranças... Alfredo Barros era amigo de longa data do meu irmão Vasco, desde os idos de sessenta e eu, catraio na altura, lembro-me perfeitamente de o ver lá em casa, a cada passo… Partilhavam na altura o gosto pela pintura e lembro-me de uma exposição que fizeram juntos e com mais amigos pintores, no Turismo de Matosinhos… foi há muito tempo… Saí de Matosinhos também há já muito tempo e como, entretanto, o Vasco foi viver para Lisboa por onde permaneceu até morrer, estive muito tempo sem me cruzar com ele. Consultei-o após a morte do Vasco a propósito da obra plástica do meu irmão e que quase ninguém conhece. Nessa ocasião, ele contou-me esta história que se passou entre eles; pelos vistos, o Vasco hesitou em ir para as Belas Artes ou cursar Direito, acabou por se decidir por   Direito, em Lisboa, após comunicar-lhe esta sua decisão, o Alfredo ficou indignado porqu...
«Empresário [Alexandre Soares dos Santos] considera que solução governativa que junta o PS ao Bloco de Esquerda e ao PCP "não é má para o país".». Jornal «Expresso», 11/02/2018.   «Amigo, perceberás que no mundo existem muito mais tolos do que homens, e lembra-te disso». François Rabelais.   Por amor de Deus, esta frase provinda de um grande empresário, creio que o maior em distribuição, é, no mínimo, tola… mas é mais, é supinamente abstrusa! Vê-se logo que o homem só contabiliza números – a facturação nos seus supermercados não se deve ter ressentido ainda, também ainda não estamos na Venezuela mas para lá caminhamos… – e que menospreza a parte política, a essencial, bem como a cultural e a educacional, para referir só algumas das principais e mais prejudicadas pela Geringonça! Caso contrário, teria que dizer que esta solução política é absolutamente desastrosa. Tinha obrigação de ver para além da espuma dos dias e de ver um pouco mais longe, para além da...
«Costa diz que “fogos foram o momento mais traumático” da sua vida política ». Parangona do jornal «i», 12/02/2018. Foi exactamente por isso, por estar traumatizado – coitadito, pobre rapaz – que foi de férias a banhos para Palma de Maiorca, imediatamente após os primeiros fogos de Junho… Compreende-se que o tenha feito, era uma forma de se condoer com as vítimas dos fogos e de, de alguma maneira, mesmo que bizarra, ser solidário com as mesmas enquanto recuperava do trauma… Eu, pelo menos, interpreto assim… Não sei se concordarão comigo?
«Alegre defende que o caso Centeno não pode ficar sem consequências» . Jornal «Negócios», 09/02/2018. Há que apurar a razão pela qual houve buscas no Ministério das Finanças por dois simples bilhetes de futebol… seria só por isso? Contudo, nunca vi Manuel Alegre dizer a mesma coisa, quanto mais indignar-se por o seu correligionário, José Sócrates, ter atirado o País para o lixo, para a bancarrota! Não lhe ouvi uma única palavra de indignação, nem um mínimo queixume, nada, rigorosamente nada, e é como compararmos um pigmeu das histórias de Gulliver de Jonathan Swift, com um gigante visto por um telescópio aumentado um milhão de vezes…
«[...] "infelizmente" houve um tempo em que o grande tema de diferenciação política entre esquerda e direita era o investimento público em infraestruturas, como a linha de alta velocidade entre Lisboa e Madrid ou a construção de um novo aeroporto na capital portuguesa». António Costa, Jornal «DN», 11/02/2018. Esta é a frase intelectual e políticamente mais desonesta que me foi dado apreciar até hoje e é uma rematada e despudorada mentira! E, portanto, é legitimo concluir que António Costa – um político batidíssimo e que nunca fez nada senão política – é um político mentiroso e   estrutural e conscientemente desonesto! O contrato do TGV foi assinado pelo Governo de Sócrates já o País estava falidíssimo e esse acto miserável vai custar, possívelmente, 150 milhões de Euros aos portugueses: «O tribunal arbitral deu razão à Elos, o consórcio que ganhou a construção do TGV, projecto cancelado em 2012 por Passos Coelho. Governo actual vai recorrer da decisão, diz o Público»...
QUEM É QUE DISSE QUE A AUSTERIDADE ACABOU? «Em dois anos, o Ministério das Finanças cortou €5300 milhões na despesa face ao que estava orçamentado. Os cortes foram feitos à custa do investimento (menos €2300 milhões), dos subsídios (menos €920 milhões), das transferências correntes (menos €860 milhões), da aquisição de bens e serviços (menos €273 milhões) e ainda de outras despesa correntes (menos €1200 milhões)». João Duque, Jornal «Expresso-Economia», 3/02/2018. É impossível ler este parágrafo e afirmar que a austeridade acabou! Estamos perante um conjunto de ‘manobras’ que nenhum Governo do centro-direita poderia levar a cabo pois cairia o Carmo e a Trindade, as carpideiras do costume exauririam as lágrimas e rasgariam as vestes, assistiríamos compungidos a cenas de histerismo colectivo; os sindicatos convocariam greves nacionais e apelariam à indignação dos cidadãos, fariam manifestações à porta do Ministério das Finanças e exigiriam demissão imediata do Ministro das Fina...
«Se não fossem Costa e Mário Centeno, o País estava destruído» . D. Januário Torgal Ferreira, Bispo Emérito das Forças Armadas, Revista «Visão», 10/02/2017. «Abbati, medico, potronoque intima pande». Provérbio latino.   Em primeiro lugar, é preciso dizer que sua Eminência desconsidera completamente – e já não é a primeira vez que o faz, para usar um termo suave – a Concordata que separa, sem margem para dúvidas, a religião da política e a que está obrigado como uma das partes, a Igreja que representa nas mais altas instâncias e cargos.   Para conúbio na área, creio que nos bastou o que existiu durante todo o tempo do Estado Novo… Depois, nunca pensei que um Bispo – ainda por cima, homem culto que domina o latim, a Teologia e a fé, e por definição e profissão, devoto da verdade, pudesse ser tão absolutamente faccioso, tão completamente sectário, pudesse esquecer o estado do país em 2011 – a bancarrota perfeita deixada pelos pares de Costa e com a anuência – não de...
«World's eight richest people have same wealth as poorest 50%. A new report by Oxfam (1) warns of the growing and dangerous concentration of wealth». Fonte: https://www.theguardian.com/global-development/2017/jan/16/worlds-eight-richest-people-heave-same-wealth-as-poorest-50   «Queres ser rico? Pois não te preocupes em aumentar os teus bens, mas sim em diminuir a tua cobiça». Epicuro.   Esta situação faz-me lembrar a dos sem-abrigo em Portugal. Trata-se de situações limite, inaceitáveis a todos os títulos – completa e rotundamente imorais – e que só municiam os radicais, os “revolucionários” de pacotilha ou não…     Como é possível que os 8 mais ricos do mundo detenham tanta riqueza como 50% dos mais pobres da população mundial? Possível é, está a acontecer, mas é bom que façam alguma coisa para redistribuir melhor essas verbas colossais ou não nos veremos livres nunca da miséria extrema – indecente, aviltante e que atenta contra a dignidade do h...
«Calçado bate novo recorde e fica “ao pé” dos dois mil milhões de exportações. A indústria portuguesa de calçado fechou 2017 com um novo máximo histórico nas exportações, o que acontece pelo oitavo ano consecutivo. As vendas de sapatos para mais de 150 países atingiram os 1,979 mil milhões de euros, mais cerca de 56 milhões do que no ano anterior». Jornal de «Negócios», 09/02/2018. Obrigado, António Costa, obrigado, Caldeira Cabral, obrigado, Santos Silva, muitíssimo obrigado, Jerónimo de Sousa, muito grato, Catarina Martins. Numa palavra: gratíssimo a todos e à Geringonça! Onde estaríamos sem os denodados esforços de cada um em particular e da Geringonça por todos? A todos, muito penhorado pelo seu enorme contributo para a indústria do sapato estar a ter este sucesso estrondoso! Não tenham dúvidas de que tal se deve à presciência do grande líder António Costa; por favor, não questionem que tal se deve também aos esforços de Caldeira Cabral – notabilíssimo Ministro da Economia;...