«[…] o
atual primeiro-ministro, que na altura era presidente da Câmara Municipal de
Lisboa, usou o espaço do Panteão Nacional para um evento para promover o fado.
O evento foi promovido pelo Turismo de Lisboa, uma associação de fins privados,
mas cuja presidência é assumida, por inerência, pelo presidente da Câmara de
Lisboa». Jornal «DN», 13/11/2017.
«As pequenas mentiras fazem o grande mentiroso». William Shakespeare.
Quando interpelado sobre este evento, António Costa respondeu:
«não sabia de nada»!
Bom, isto é como a polícia de choque reprimir uma manifestação
violentamente e o Ministro da Administra Interna quando interpelado no rescaldo
da operação policial sobre o número de vítimas, dizer que não sabe se houve
manifestação e ignora se houve carga da polícia…
Ou como o Banco de Portugal mandar cunhar uma moeda
comemorativa da entrada de Portugal no Euro e o seu Administrador dizer:
«moeda, que moeda, do que é que está a falar?»…
Ou ainda, quando um submarino fica empanado no meio do
Atlântico e é rebocado por um cargueiro, o Chefe do Estado Maior da Armanda perguntar:
mas temos algum submarino operacional neste momento?
Ironias à parte, sabemos agora que o jantar no Panteão
até estava impresso no programa oficial da ‘Web- Summit’ que, necessáriamente,
todos leram… mas, pelos vistos, parece que há governantes analfabetos…
E se fosse verdade, seria caso para perguntar: o que é
que Costa esteve a fazer quando era Presidente do Turismo, ou Presidente da
Câmara, e agora P.M. que tutela o Ministério da Cultura e DGPC, se tudo lhe
passa ao lado, se nunca sabe nada de nada?
Costa parece mais um mentiroso compulsivo do que um
governante competente e responsável… e um governante mentiroso é absolutamente
insuportável, intolerável, já tivemos a experiência com Sócrates, o maior
mentiroso que alguma vez passou por S. Bento, acham que não chegou? Não ficámos
fartos desse estilo e das consequências gravíssimas com que todos fomos sériamente
atingidos e altamente prejudicados?
E por isso faço uma pequena prece: Meu Deus, livrai-me dos políticos mentirosos que dos políticos
incompetentes livro-me eu pelo voto, agora dos oportunistas, nem por isso…
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