ROMA NÃO PAGAVA A TRAIDORES – ESTES FICAM
NA HISTÓRIA PELOS PIORES MOTIVOS…
«Os portugueses devem muita da liberdade e
da sua democracia aos heróis que no dia 25 de Novembro de 1975 derrotaram as forças radicais de esquerda. Na
altura, o PS de Soares juntou-se às forças democráticas, o PSD e o CDS. 42 anos
depois, o PS de Costa está aliado aos partidos derrotados em 1975».
João Marques de Almeida, Jornal «Observador», 26/11/2017.
Em Portugal estamos confrontados com um problema de
uma ideologia que com o tempo provou – passaram-se 100 anos – estar obsoleta,
desfasada inelutávelmente da realidade porque nenhum dos seus postulados
principais se cumpriu nem alguma vez cumprirá e, acima de tudo, na economia,
inviável e comprovadamente absurda. Tal como na química, os mesmos estímulos ou reagentes provocam
sempre as mesmas reações; igualmente, onde houve comunismo, houve sempre miséria
(ainda há: CubA e Coreia do Norte e mais alguns…) e desgraça a todos os níveis!
E sendo assim, como é possível que algumas pessoas ainda lhe concedam o
benefício da dúvida sob a desculpa de que na próxima vez não cometerão os
mesmos erros… o povo, cheio de razão e sabedoria, diz: «à primeira todos
caem, à segunda só cai quem quer»…
António Costa, um irresponsável aventureiro, atreveu-se
a subverter a regra básica da democracia – quem
ganha as eleições, tem direito a governar – e de que o último governo de
Sócrates em 2009, que ele apoiou activamente, beneficiou; sim, era um Governo
minoritário e governou durante 2 anos e ainda teve tempo, com a activa
complacência de Costa, para atirar o país para a bancarrota. Por que motivo
Costa esteve de acordo com o Governo minoritário de Sócrates e vetou depois o também
Governo minoritário PSD/CDS, em 2015?
E depois, o que mudou no PCP e nos seus companheiros
desde 1975 para Costa se aliar a estes partidos? Acaso abjuraram a ideologia e
se tornaram apóstatas? Acaso reconheceram os 100 milhões de vitimas do comunismo?
Acaso pediram desculpa por esses crimes hediondos cometidos contra a
humanidade? Acaso denunciaram o Estalinismo, o Maoísmo e o Trotskismo, faces e
extensões dos verdadeiros carniceiros comunistas (Trotsky menos do que os
outros só porque caiu em desgraça e teve que fugir) e dos seus crimes? Acaso
fizeram profissão de fé na democracia ocidental, burguesa, única e verdadeira e
renegaram o totalitarismo? Então, como nada disso aconteceu, por que motivo
António Costa retirou estes partidos do gueto em que estavam naturalmente isolados
e em perda e os trouxe para o seio da democracia?
Costa não ficará na história como o homem que
derrubou o «muro de Berlim»! Não, o que ele derrubou foi o dique de defesa da
democracia em relação aos seus inimigos de sempre, aqueles que a destruirão e querem
construir outra vez Estados totalitários, sempre falhados!
A história, tal como Roma, não paga a traidores…
Também não paga aos que usam o cavalo de Tróia para,
desgraçadamente o meterem dentro da cidadela…
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