«[...] "infelizmente" houve um tempo em que o grande
tema de diferenciação política entre esquerda e direita era o investimento
público em infraestruturas, como a linha de alta velocidade entre Lisboa e
Madrid ou a construção de um novo aeroporto na capital portuguesa».
António Costa, Jornal «DN», 11/02/2018.
Esta é a frase
intelectual e políticamente mais desonesta que me foi dado apreciar até hoje e
é uma rematada e despudorada mentira! E, portanto, é legitimo concluir que
António Costa – um político batidíssimo e que nunca fez nada senão política – é
um político mentiroso e estrutural e
conscientemente desonesto!
O contrato do TGV foi
assinado pelo Governo de Sócrates já o País estava falidíssimo e esse acto
miserável vai custar, possívelmente, 150 milhões de Euros aos portugueses:
«O tribunal arbitral deu razão à Elos, o consórcio que ganhou a
construção do TGV, projecto cancelado em 2012 por Passos Coelho. Governo actual
vai recorrer da decisão, diz o Público».
Jornal «Negócios», 21/07/2016.
Fonte: http://www.jornaldenegocios.pt/empresas/transportes/detalhe/estado_condenado_a_indemnizar_consorcio_do_tgv_em_150_milhoes
Portanto, o Estado já foi
condenado, resta-lhe recorrer…
Quanto ao novo aeroporto
– não que Lisboa não precisasse de um novo – foi travado a tempo por uma razão
simplicíssima, o País, para quem se tenha esquecido, na altura estava falido,
não havia as centenas de milhões, ou os milhares de milhões de euros que a
estrutura ia custar, para o pagar.
Pretender que a direita
é contra obras de fundo é simplesmente miserável, relembro que a direita fez
tantas obras de fundo no tempo de Cavaco Silva que a esquerda e, nomeadamente o
PS, e inclusivamente, António Costa, apelidaram esse período de: «Ditadura do betão»! Lembram-se? Costa
parece ter-se esquecido…
É por isso que me faz
imensa impressão que as pessoas defendam António Costa e se preparem para votar
num homem que mostra claramente o que é.
É caso para dizer, foram
alertados, depois não se queixem como fizeram em relação a Sócrates e ao estado
em que deixou o País, é que da próxima vez não vai ser fácil culpar, mais uma
vez, a direita das asneiras da esquerda porque, como diz o ditado:
«À primeira todos caem, à segunda só cai quem quer…».
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