PENSAMENTO(S) SIMPLES DO DIA – MDCCLXXVII 24/11/2023
O PS É RESPONSÁVEL PELAS 4
CRISES GRAVES QUE OCORRERAM EM PORTUGAL ULTIMAMENTE…
“Certas pessoas não abdicam do
erro porque lhe devem a sua subsistência”, Goethe.
Nesta máxima de Goethe é
preciso fundamentalmente mudar pessoas por partidos…
Convém recordar que um dos
principais motivos pelo quais este País não avança, não progride, é o PS e a
sua proverbial irresponsabilidade e demagogia que nos leva sistemáticamente a
crise atrás de crise com consequências gravíssimas.
Recapitulemos, a primeira
crise que obrigou a chamar o FMI, ocorreu em 1977 e, inevitavelmente, o
Primeiro-Ministro era do Partido Socialista, Mário Soares que tinha formado
Governo em 23 de Julho de 1976 e que presidia a um Governo monopartidário PS quando
chamou o FMI.
Mário Soares chamou de novo o
FMI em 1983, mas, desta vez, o Governo era do Bloco Central; PS e PSD, pelo que
o PS não pode ser unicamente responsabilizado pela sua vinda e acção..
A segunda grave crise ocorreu de novo sob a
responsabilidade do PS, António Guterres demite-se em 2001 e lança o País num
verdadeiro pântano que alegava pretender evitar, não obstante, Durão Barroso –
o PM que sucedeu a Guterres – definiu o País como estando de “tanga”, que, de
facto, estava.
A terceira crise, a crise mais
grave que o PS nos legou ocorreu em 2011, quando José Sócrates se demitiu – e
nada constitucionalmente o obrigava a demitir-se por o PEC-IV ter sido chumbado
por toda a oposição no Parlamento, e não só pelo PSD, como o PS sempre falsamente
propalou – e nos conduziu a uma ignóbil bancarrota que teve como consequência a
assinatura de um miserável Memorado de Entendimento prenhe de malfeitorias para
o povo português. Acresce que uma bancarrota fica a pagar-se durante décadas –
que é exactamente o que está a acontecer – dou só um exemplo. as PPPs.
rodoviárias que nos custam os olhos da cara, bem mais de um bilião de euros
anualmente, fruto das megalomanias, devaneios e irresponsabilidade de José
Sócrates.
Finalmente, António Costa,
demitiu-se a 7 de Novembro último – embora já dê sinais de que está a tentar
responsabilizar o Presidente da República pela sua demissão – fruto de vários
elementos da sua entourage política próxima, como Vitor Escária, seu chefe de
gabinete e que guardava no mesmo gabinete em S. Bento, 75.800€, o maior amigo,
Lacerda Machado, terem sido constituídos arguidos, bem como ele próprio, sob
suspeição até decisão do Supremo Tribunal de Justiça. Também não foi desta vez,
a exemplo de 1977, 2001 e de 2011, que a oposição teve qualquer
responsabilidade na demissão dos diferentes Primeiros-Ministros do Partido
Socialista. Aliás, não deixa de ser curioso que os dois últimos
Primeiros-Ministros do PS estejam a contas com a Justiça…
Imaginem por um momento, que
estas crises não tinham ocorrido, teríamos e estaríamos incomparavelmente
melhor, seguramente., uma vez que cada crise pára o País e tem custos brutais.
Talvez a única vantagem é que depois de cada crise provocada pelo PS, o País em
eleições corre com ele, aconteceu em 2001, em 2011, e esperemos que ocorra
agora outra vez, o grande problema é que o PS deixa o País em cacos, em
escombros, basta olhar apara o caos na Saúde, no Ensino, na Habitação, na
Agricultura, na Justiça e na Defesa, tudo legado integral do PS!
É por isso que recomendo que
se aplique ao PS o velho sistema democrático grego, o ostracismo, o PS
devia ser votado ao ostracismo, já não por meio da pedrinha metida no cesto
pelos cidadãos Atenienses na posse dos seus direitos cívicos (que não eram para
todos…), mas sim pelo voto!
Era bem merecido!
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