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MISCELÂNEA DE IDEIAS – XXX                                                                                       15/05/2025             

 “A escolha do Instituto Técnico de Alimentação Humana (ITAU), um dos clientes da antiga empresa de Luís Montenegro, para fornecer refeições à Santa Casa da Misericórdia foi decidida pela anterior provedoria liderada por Ana Jorge, indicada pelo Governo de Costa”, “ECO”, 11/05/2025                                                                                                                                                                                     

“NINGUÉM CONSEGUE USAR MÁSCARA POR MUITO TEMPO”, SÉNECA.

Séneca, um dos grandes filósofos romanos e um dos maiores vultos da civilização ocidental, a definir magistralmente a falsidade e a mentira.

Com efeito, a mentira equivale a uma máscara na minha interpretação, pelo que considero a citação como precisa, concisa, rigorosa, verdadeira, incontornável e inapelável – é a melhor definição da mentira que conheço.

Vem esta introdução a propósito das posições que o líder do Partido Socialista tem tomado nesta campanha eleitoral e que são manifestamente mentira, com a gravíssima agravante de que ele sabe perfeitamente que são mentira, o que só agrava o seu comportamento!

Seleccionei dois exemplos, entre muitos que poderia ter escolhido:

Cavalgou a mentira de que o Governo de Luís Montenegro tinha privilegiado contratualmente algumas empresas, entre elas a ITAU – referida insistentemente como uma das várias empresas clientes da Spinumviva de Montenegro – num contrato cujo valor era de 31 milhões de euros, muito dinheiro, sem dúvida, mas quando finalmente se apurou que esse contrato tinha sido assinado por Ana Jorge, Provedora da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, nomeada pelo ex-primeiro-ministro do PS, António Costa, a acusação desfez-se em cacos, esfumou-se! Sem que Pedro Nuno Santos se tenha retratado.

Por outro lado, acusou Luís Montenegro de ter sido co-responsável com Passos, pelos cortes de pensões no tempo da Troika, mentira abjecta pois sabia perfeitamente que todos os cortes de pensões e de salários foram negociados pelo seu correligionário José Sócrates com a Troika, e que ao Governo de Passos Coelho não restou outra alternativa que cumprir aquilo que Sócrates e o seu Governo tinham assinado em nome do Estado português e que o obrigava sem condições ou contemplações!

Como é possível que um político minta assim? Alguém quer um Primeiro-Ministro com um capital de mentira deste teor?

Eu não quero, quero as máscaras todas retiradas das faces, tudo coberto de lisura e de transparência e os culpados de mentirem, desmascarados na praça pública e identificados pelos rostos e pelos nomes!

Este texto tem essa pretensão pessoal, independentemente de ideologias ou de parti pris, a mentira é abominável e tem que ser erradicada dos políticos que pretendem governar Portugal.

Pedro Nuno Santos secunda bem o maior mentiroso que passou pela Política Portuguesa: José Sócrates! É curioso que sejam ou tenham sido do mesmo partido…

 

 

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