PENSAMENTO(S) SIMPLES DO DIA – MDCCLVI 13/05/2023
GOVERNO(S) DO PARTIDO SOCIALISTA: A BANALIZAÇÃO DO FRACASSO…
Mário Soares presidia aos Conselhos de Ministros sem estudar os
dossiers…
Guterres foi-se embora – num assomo de decência – porque não
queria deixar o País no pântano, o que é facto é que o deixou no pântano e,
como se não bastasse, de tanga…
Sócrates deixou o País numa ignóbil bancarrota…
Este Governo de António Costa é uma sucessão de erros, de
fracassos e de casos escabrosos que há – com outro Presidente – muito teriam
derrubado qualquer Governo, de direita ou não.
Neste momento, António Costa está no 8º ano de governo! É muito
tempo e é mais do que altura de fazer um balanço:
Estamos a assistir à performance mais pobre,
mais descoordenada, mais desconchavada
mesmo, por parte de um Governo democrático cuja performance atingiu
raias de surreal, de tal forma a gestão da res publica corre mal.
Já recebemos
mais de €157 mil milhões de fundos europeus (Expresso-Economia, 14/04/2023),
mas nem por isso o País se aproxima mais da Europa – e o PS tem governado o
grosso do tempo que dura a 3ª República – antes pelo contrário, retrocedemos em
vez de avançarmos, por isso todos os Países do Leste da Europa se apressam em
nos ultrapassar, ou ultrapassam mesmo, o último foi a Roménia, juntamente com a
Albânia, dois Países deixados em indigência absoluta e em escombros pelo
comunismo.
A carga fiscal
é outro escândalo ou outro fracasso deste governo, em 2022, foi de 36,4% do
PIB, um aumento de 14,9% em termos nominais, atingindo 87,1 mil milhões de
Euros, a maior de sempre. Era este mesmo partido, este PS, que clamava violentamente
contra o «aumento colossal de impostos», que Vitor Gaspar teve que executar por
Sócrates ter deixado o País numa ignóbil bancarrota, o que não deixa de ser
curioso, para não dizer patético ou grotesco!
Tudo isto teve
o apoio explicito e desproporcional de Marcelo Rebelo de Sousa, tornando-o
cúmplice activo deste descalabro.
Não obstante,
e apesar de uma maioria absoluta, assistimos incrédulos ao despacho conjunto
dos ministros Pedro Nuno Santos e Fernando Medina, a pedir esclarecimentos
directamente à TAP, quando Pedro Nuno Santos sabia até ao mais ínfimo pormenor
os detalhes da indemnização a Alexandra Reis. Testemunhámos espantados que o
ministro João Galamba informou o Parlamento que a senhora Christine Ourmières-Widener pediu para estar presente
numa reunião onde as perguntas e respostas tinham sido cozinhadas préviamente,
omitindo que ele próprio tinha tido uma reunião prévia com a personagem, em que
lhe sugeriu que pedisse para ir à reunião com deputados e assessores do
Governo. Ouvimos com estupefacção dois ministros a afirmar que um parecer jurídico sobre o fundamento do despedimento de Alexandra Reis, não poderia
tornar-se público sob o risco de prejudicar o Estado, para logo de seguida, um
terceiro ministro afirmar que não havia parecer jurídico algum.
Verificámos
com enorme surpresa que este primeiro-ministro, que dentro em breve completará
oito anos de mandatos sucessivos, não é sequer capaz de escolher a localização
de um aeroporto para a cidade de Lisboa, o que deve ser motivo de chacota
internacional, tanta incompetência é demais, é surreal!
Sabemos que a
execução do PRR é miserável, com ca. de 17%, o que torna praticamente
impossível aproveitar todo o dinheiro que a Europa muito generosamente e mais
uma vez, pôs à nossa disposição. A situação roça o caos absoluto, mormente na
Educação, na Justiça, na Saúde, na Agricultura, na Habitação e na CP, a que
acresce que a inflação come grande parte dos nossos proventos. Em suma,
assistimos estupefactos ao desmoronar de um Governo legitimo e ao colapsar de
uma maioria absoluta que o apoia e suporta no Parlamento.
Nós, cidadãos
que pagamos impostos e cumprimos todas as nossas obrigações cívicas, temos o
direito de exigir ser governados sem nenhuma destas manifestações de
incompetência, amadorismo e irresponsabilidade!
Dir-nos-ão que
a economia está bem e a melhorar, mas tudo isso não depende da acção directa do
Governo, que só obstaculiza esse desenvolvimento, deve-se exclusivamente ao
turismo e sem nenhum mérito deste governo! Aliás, basta ver o que o Governo
está a fazer ao Alojamento Local – que entre outras coisas boas, recuperou as
baixas de Lisboa e Porto, sem falar nos milhares de pessoas que fruíram
economicamente desse desenvolvimento turístico por passarem a ter uma
actividade económica – em processo de destruição, como acontece com tudo em que
põem a mão.
Para cúmulo,
observámos um primeiro-ministro a protagonizar uma guerra com o seu maior
esteio e apoio desde há 7 anos a esta parte, Marcelo Rebelo de Sousa, numa
demonstração evidente, com laivos de grande ingratidão e, pior, enorme e
descarada traição. Alguém dizia que Costa só manteve Galamba no poder por este
saber demais e poder derrubá-lo se pusesse tudo o que sabe cá fora… faz algum
sentido, resta prová-lo…
Nestas
circunstâncias, só se pode desejar que Marcelo ponha termo a este namoro e
passe a ser exigente e com todo o rigor, uma vez que não tem coragem de o pôr
na rua, verdadeiro imperativo nacional, pode ser que o faça antes da
legislatura terminar…
Onde está a
obra do PS nestes anos todos que leva de governo da res púbica e do País? É
irrelevante, ou antes, trata-se de um verdadeiro fracasso, da verdadeira
banalização do fracasso!
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