PENSAMENTO(S) SIMPLES DO DIA – MDCCXVI 15/08/2022
“Quase 60% dos alunos chumbaram na prova final de Matemática do 3.º ciclo,
segundo dados oficiais hoje divulgados pelo Ministério da Educação, que indicam
ainda um resultado médio de 45% na disciplina, abaixo dos 55% em 2019.” SAPO –
24”, 11/07/2022
“A boa educação é moeda de ouro. Em toda a
parte tem valor”. Padre António Vieira.
Não acham que isto é um escândalo e que configura um falhanço completo de
programas, do Ministério da Educação, do Ministro da pasta, e até, da forma
como a disciplina é ministrada, dado ser o Ministério da Educação que instrui e
supervisiona todo o ensino?
Fico chocado com os “achievements” deste Governo, este Governo é um
falhanço completo, um equívoco nacional que só foi possível como consequência
da bancarrota e das suas sequelas que penalizaram enormemente o povo português
que, completamente “distraído”, continuou a votar nesta rapaziada como se eles
não tivessem nada a ver com o que se passou em 2011, ou seja, com a
pré-falência do Estado… povo bem curioso, este…
Hitler dizia antes de ascender ao poder: “Deem-me 10 anos e não
reconhecerão a Alemanha”! Acertou, o País era um amontoado de ruínas e escombros – não ficou pedra sobre pedra – quando acabou o nazismo na Alemanha, em 1945.
Quando acabar a governação socialista e como sempre acontece quando passam
pelo poder, não haverá ruínas como na Alemanha, claro, mas vão dar cabo de tudo
e a educação é já um bom exemplo disso mesmo com o facilitismo generalizado, o
experimentalismo como método e o desconhecimento e a ignorância colectiva como
padrão e resultado final, para além de outras bizarrias, como, por exemplo, no
ISCTE, instituição pública, as placas que identificam o género em algumas casas de banho foram retiradas com
o aval do reitor e passaram a espaço não-binário…
Espaço não-binário? Com a breca… por que não espaço unitário ou, melhor
ainda e mais simples, espaço único? Tudo não passa de uma imbecilidade
monumental com o patrocínio do Senhor Ministro da Educação Nacional e, obviamente, do Senhor Primeiro-Ministro!
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