PENSAMENTO(S) SIMPLES DO DIA – MCDXC
27/04(2022
“Eu
não estava à espera. Quando entrei, estava já lá o Mário Soares, e ficámos os
três no parlatório. Eu ia lá para falar com o José Sócrates pessoalmente e
ouvir da boca dele o que tinha para me dizer, mas não consegui estar sozinho
com ele. […]. O Soares falou o tempo todo, {…]. O Soares fez ali um comício
contra a ‘canalhice’ e a ‘injustiça que isto é’, e o outro acrescentava que sim,
que era tudo uma ‘canalhice’ e não sei quê”, declara António Costa»: SAPO, 21/04/2022.
“Zangam-se
as comadres, descobrem-se as verdades” aforismo popular.
Ainda
hoje me confesso perplexo como um partido como o Partido Socialista pode ser o
escolhido pelos portugueses para governar, por ter tido um Primeiro-Ministro
que dava pelo nome de José Sócrates, que esteve envolvido nas maiores
trapalhadas – não uso o termos vigarices porque ainda não se provou tal em
tribunal… e todos temos direito à presunção da inocência… – e que lançou o País numa ignóbil
bancarrota em 2011 que pagámos e pagaremos todos com línguas de palmo, e que
teve em António Costa, o autor destas afirmações, o seu braço direito durante
alguns anos e o seu defensor até ao dia da queda do seu Governo!
António
Costa concluiu dizendo que Sócrates tinha aldrabado o partido a respeito da
fortuna que a mãe teria herdado! Literalmente Costa afirmou que:
“Sócrates
aldrabou-nos!”
A
resposta de Sócrates não se fez esperar:
“Isto
é uma velhacaria”, ou seja, António Costa ao dizer o que disse, é um grande velhaco!
Isto
é o grau zero da política num partido com as responsabilidades do PS! Como é
que o povo português vota em políticos que não têm a menor noção do que é ou
deveria ser manter a dignidade do Estado nas funções que ocuparam ou ocupam?
Mistério!
E
sendo assim, é no mínimo bizarro que o povo português possa conferir ao PS uma
maioria absoluta! Bizarríssimo e caso de psicanálise!
Com
governantes destes, está explicado o motivo pelo qual estamos cada vez mais
pobres e o facto de já faltar pouco para sermos ultrapassados até pela outrora
miserável Albânia… que o catastrófico comunismo de Enver Hoxha deixou num
estado de indigência total e calamidade absoluta e generalizada.
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