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PENSAMENTO(S) SIMPLES DO DIA – MDCXIII

ESTE GOVERNO É UMA MANTA DE RETALHOS, UM VERDADEIRO “PATCHWORK”…

Além da esquerda em geral, a imprensa, a rádio, as televisões, os comentadores, os analistas, os “opinion-makers”, os sociólogos, os políticos e companhia, e “tutti quanti” do universo ligado à política, são sempre implacáveis e estão sempre de dedo em riste para apontar falhas e faltas, por mínimas que sejam, aos Governos de centro e de direita, vulgo PSD/CDS quando governam, mas são incapazes de criticar duramente o Governo de António Costa como ele merece por ser um verdadeiro desconchavo nacional sem emenda nem remissão e que transmite uma imagem internacional miserável e de indigência descarada, como se viu com o episódio de Costa a questionar Ursula Von der Leyen, se já podia ir ao banco?!

Ainda antes de António Costa chegar ao Governo, já gozava de uma aura absolutamente desproporcionada em relação ao seu C.V. e ao seu palmarés enquanto político com obra feita – que era absolutamente igual a zero visto que por onde quer que tenha passado, nunca fez  nada de jeito, aproveitável e válido, antes pelo contrário, a sua passagem pelo Ministério da Administração Interna foi de índole de desgraça nacional: fim dos guardas-florestais; compra dos helicópteros Kamov e  adjudicação do SIRESP, só para citar o essencial, como se pode avaliar perfeitamente com a tragédia dos fogos de 2017 e as consequências das suas decisões erradas na sua desvairada gestão desse ministério.

Seis anos passados da sua chegada ao Governo, as “gaffes” semanais, o desconchavo, a descoordenação, o improviso, a demagogia, a falta de profissionalismo, o amiguismo e o nepotismo, a impunidade, a arrogância e os tiques de autoritarismo atingiram um ponto que num Governo de cor contrária induziriam o Presidente da República a dissolver a Assembleia da República de imediato, a por o Governo no olho da rua, e a convocar eleições para gerar uma nova maioria. Jorge Sampaio fez isso por muitíssimo menos, não há comparação possível entre os desmandos e erros grosseiros deste Governo e as trapalhadas do de Santana Lopes, apesar de Santana Lopes ter actuado estouvadamente enquanto Primeiro-Ministro, o seu Governo tinha nomes e políticos de qualidade que não tiveram tempo de mostrar a sua valia.

Este episódio da demissão do Chefe de Estado Maior da Armada sem dar satisfação, informação e coordenação com o Presidente da República – o Comandante Supremo das Forças Armadas – por parte do Ministro da Defesa – seguramente com o beneplácito de António Costa – raia a ópera bufa, o absurdo completo, o desrespeito supremo e a desqualificação total da dignidade do Estado, das suas Instituições e da reputação profissional e integridade moral dos seus agentes, no caso concreto, o Almirante Mendes Calado e, também, o Vice-Almirante Gouveia e Melo. O oportunismo na nomeação deste último é insuperável e repugnante.

Resta-nos ficar a observar com estupor, o estertor já perfeitamente visível, de mais um falhanço do socialismo e dos seus agentes, de mais um fiasco do PS na gestão da res publica.  Já perdi a conta às vezes que isso aconteceu, para quem tiver dúvidas, o IRS e toda a carga fiscal, conjuntamente com o aumento imparável da dívida pública, aí estão para o confirmar.    

 

 

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