PENSAMENTO(S)
SIMPLES DO DIA - MDCV
"O que foi escrito por um Deputado do meu Grupo Parlamentar,
concretamente pelo José Magalhães, por mais que o próprio diga que estava a
aventar hipóteses, é um ataque inaceitável da vida privada de Paulo Rangel via
alegados comportamentos privados: estes sim da esfera privada, portanto", Isabel Moreira, deputada do
PS, Jornal “Expresso”, 09/09/2021.
«Os vícios
de outrora são os costumes de hoje». Séneca.
É muito mais difícil julgar em causa própria, normalmente
a coisa peca por parcialidade… não neste caso, Isabel Moreira independentemente
do seu género biológico, diria que os teve no sítio e não é caso para menos!
Não houve ninguém neste partido que nos governa,
que domina como um polvo todos os órgãos do poder e da Administração Pública,
que fizesse um reparo ao ataque soez, vil, Estalinista de José Magalhães – o Estalinismo
é como um cancro, nunca se fica verdadeiramente curado do mesmo, quando muito, passa
a doença crónica – a Paulo Rangel, é um vómito, sobretudo quando a esquerda
está sempre na primeira linha na defesa da homossexualidade e de todas as causas fracturantes que envolvam problemas de género e associados ao mesmo, já nem
falo de opção sobre o mesmo…
Mas nem sempre foi assim, José Magalhães deve lembrar-se bem das purgas – que outro nome dar-lhes? – e perseguições de que os homossexuais foram vítimas na antiga U.R.S.S., justamente pelas políticas declaradamente homofóbicas de Estaline! E nem é preciso ir tão longe, consta que Júlio Fogaça, membro do Comité Central, da sua Comissão Política e do seu Secretariado, logo, importante militante do PCP, foi expulso do partido, não tendo a sua relação de amizade com um jovem exterior ao mesmo, ajudado no processo que resultou no seu saneamento…
Gostava de ouvir José Magalhães perorar sobre
este caso nos mesmo termos em que o fez em relação a Paulo Rangel, embora para Fogaça,
lá onde está, tanto se lhe dê a ignomínia, a indignidade, a pulhice e a coerência
ou falta dela do antigo militante do PCP …
Apoiado. Um imbecil e inútil esse verme Magalhães.
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