PENSAMENTO(S) SIMPLES DO DIA – MDCIII 28/08/2021
«Alguns, como Passos Coelho, acham que as reformas se fazem em
confrontação, eu acredito que as reformas se fazem em concertação, diálogo e
mobilização». António Costa, entrevista ao
jornal “Expresso”, revista “E”, 20/08/2021.
“Vamos responder sempre dizendo a verdade. Quanto mais mentiras os adversários disserem sobre nós, mais verdades diremos sobre eles.”. José Serra. (político e economista brasileiro).
Respiguei esta frase de uma entrevista sem um pingo de interesse mas, pior, sem um pingo de vergonha por parte de António Costa, com efeito, é preciso topete para dizer o que diz sem um laivo de ética ou contrição.
António Costa fez parte de um Governo e de um Partido que levou o País a
uma ignóbil bancarrota – por mais de uma vez – e nunca se distanciou, pelo
menos, da última falência e da liderança de José Sócrates, o autor da façanha,
para agora vir acusar Passos Coelho de querer o confronto nas reformas de que o
País carece urgentemente!
Costa esqueceu-se que o PSD – a propósito, não sou advogado de defesa de
Passos Coelho e não sou nem nunca fui militante do PSD, mas gosto de verdade e
decência na política – liderado por Passos Coelho, tentou inúmeras vezes o
acordo do PS para as reformas já extremamente necessárias no período de
2011-2015, e nunca o conseguiu, e Costa falta desavergonhadamente quer à
verdade, quer à decência ao acusá-lo de preferir o confronto.
Costa e companheiros deixaram o País num estado de pré-catástrofe em 2011, mas
nem isso o impeliu e aos camaradas, a fazer acordos com o Governo PSD/CDS – a
bem e no interesse do País – que se viu com a criança nos braços e a recusa
obstinada do PS em ajudar a reformar e a reconstruir o País, como era sua
estrita obrigação cívica, moral e política dados os danos que tinha(m) causado
ao País com a repetição da sua política demagoga e irresponsável que conduz
sempre o País à desgraça ou à falência, ou a ambas!
Quem fez um acordo, e muito bem, com o Governo PSD/CDS, foi António José
Seguro sobre o IRC, como rezará a história:
Felizmente que alguns de nós têm memória e não deixam passar as mentiras reiteradas de António Costa, valha-nos ao menos, isso…
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