PENSAMENTO(S) SIMPLE DO DIA - MDCIV 30/08/2021
«Portugal
com dívida recorde. Endividamento da economia portuguesa atingiu em junho 762.6
mil milhões de euros». Jornal “Expresso”, 20/08/2021.
“Palavras não pagam dívidas.”.
William Shakespeare.
Sim,
é claro que a dívida é pública e de privados, o que não deixa de ser uma
loucura, mas a dívida pública está bem e recomenda-se:
É
de 277,5 mil milhões de Euros, só!
Contudo,
se considerarmos a dívida pública no final de 2015, quando os socialistas chegaram
ao poder, esta era de ca. de 231 mil milhões, ou seja, com os socialistas a
governarem-nos, a dívida pública subiu 46,5 mil milhões de euros!
Repito,
os socialistas deram o seu contributo em mais 46,5 mil milhões de euros, se
dividirmos pelos seis anos que nos governam, então, em média, o aumento foi de
ca. 7,75 mil milhões ao ano! Só!
Contra
factos, perdão, contra números não há argumentos. Este é o caminho da sujeição
e da tragédia e não me interessa o que os socialistas, que não conseguem nem
disfarçar nem escamotear estes números miseráveis, alegam: crise internacional,
crise das dívidas soberanas, chumbo do PEC-IV, Covid, e mais não sei quantas
desculpas. Todos os países passaram por isto e nem todos têm uma dívida
colossal como nós, e muito menos, nem todos foram à falência como já aconteceu
connosco por três vezes e sempre com os socialistas a governar e a chamar o
FMI.
Não
ouvi nenhuma menção de António Costa à dívida pública no Congresso do P.S. que
terminou ontem em apoteose, sim, à dívida púbica – o nosso problema número um e
que passou ao lado, completamente escamoteado, escondido dos portugueses! – que
não pára de crescer desde que ele é Primeiro-Ministro e gere os nossos
destinos, foi tudo um quadro cor de rosa, o País está uma maravilha, está tudo azul,
tudo bem! Só ouvi lisonjas aos companheiros que o mantêm no poder e co-responsáveis
neste caminho da desgraça: PCP e BE! Justamente por o manterem no poder!
É
extraordinário, é obra e é notável que os socialistas, os grandes autores e
fautores da enorme dívida pública que impende sobre as nossas cabeças e sobre o
futuro dos nossos filhos e netos, continuem à frente nas intenções de voto. Os
portugueses querem mais do mesmo e, nomeadamente, mais dívida pública!
A
única conclusão a retirar disto tudo é só uma:
SOMOS
GENUINAMENTE UNS IMBECIS!
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