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PENSAMENTO(S) SIMPLES DO DIA – MDLX

«Já sabemos que o primeiro-ministro é um mestre na arte da mistificação. Mas nem que Costa se aplique a fundo conseguirá afastar uma certeza: ele e Mário Centeno venderam mal o Novo Banco. E como não dá jeito assumir essa responsabilidade, tenta sacudir a água do capote». Camilo Lourenço, 28/03/2021.

Nunca o PS assumiu qualquer dos múltiplos erros que cometeu na gestão da res pública, jamais! Pois se nem a ignóbil bancarrota em que lançou o País em 2011, assumiu, como é que ia assumir a responsabilidade de coisas bem menores mas suficientemente graves para serem publicamente acusados como os autores materiais desses malefícios?

E este é mais um e de alto calibre. Costa e Centeno venderam pessimamente o Novo Banco, assumiram responsabilidades no montante de 3,9 mil milhões de Euros, e esse montante ainda não foi atingido! Mas como não dá jeito reconhecê-lo, assistimos a mil e uma manobras para desviar a atenção do que verdadeiramente interessa: a sua INCOMPETÊNCIA NA VENDA DO NOVO BANCO!

São uns incompetentes, sempre o foram e continuarão a ser, por algum motivo quando há uma bancarrota é o PS que está sempre no poder e a haver mais uma – basta que os juros subam para estourarmos mais uma vez – adivinhem quem governa?

E antes de acabar, o papel do BE, do PCP, dessa mistificação que dá pelo nome de PEV, no Novo Banco, não viabilizaram sempre os Orçamentos de Estados onde estavam SEMPRE consignadas verbas para o Novo Banco que respeitavam os termos do acordo entre o Governo português presidido por António Costa e a Lone Star? Claro, são co-responsáveis e dos maiores hipócritas do espectro político português… dá verdadeiramente vómitos ouvi-los agora a clamar contra as verbas consignadas ao Novo Banco!

Por fim, já viram o que seria se o Fundo de Resolução não meter o dinheiro que estava previsto no contrato que o Estado português assinou com a Lone Star? Teríamos um Estado incumpridor e a um Estado incumpridor não se lhe empresta dinheiro. Pois é, nem a um Estado nem a um caloteiro… e o dinheirinho que é preciso todos os anos para o Estado cumprir as suas obrigações, nomeadamente salários na Função Publica e todas as outras obrigações do Estado pois vivemos permanentemente em défice, ou seja, o Estado nunca tem dinheiro suficiente para o seu rol de encargos?

 É claro, não haveria crédito para ninguém, estaríamos numa situação idêntica à que Sócrates criou em 2011, ou seja, nova bancarrota…

 

 

 

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