PENSAMENTO(S) SIMPLES DO DIA MDXIV
I M P U
N I D A D E I M P U N I D A D E I M P U N I D A D E I M P U N I D A D E
«O ataque a Paulo Rangel foi um ataque aos seus eleitores e à democracia portuguesa. A declaração de António Costa é própria de um ditador, e não de um primeiro ministro de um país democrático». João Marques de Almeida. Jornal “Observador”, 13/01/2020.
António Costa portou-se como um arruaceiro, como um verdadeiro trauliteiro.
É inacreditável que o homem possa fazer um ataque deste teor a quem denuncia uma mentira torpe utilizando exactamente os mesmo termos que seguramente, criticou fortemente ao regime do Estado Novo: “quem não é por nós, é contra nós!”
Isto é de um maniqueísmo primário de que qualquer democrata, ainda por cima socialista, devia ter vergonha.
Mas não, o homem pode impunemente usar os meios mais abjectos para encobrir uma mentira vil de que é co-responsável e que a intelectualidade embora não lhe tecendo loas, fique calada que nem um rato, e quem cala consente, assusta!
Que o povo português continue a tencionar votar no homem, dá que pensar, que a intelectualidade e as gentes de esquerda em geral, sejam coniventes e cúmplices com este procedimento de nojo, é que é intelectual e moralmente inaceitável, só porque o homem é de esquerda.
Ontem no Parlamento Europeu o discurso de Esteban González Pons, escaqueirou com qualquer réstia de honorabilidade e decência que o Governo de António Costa pudesse fruir ainda na Europa, nunca se viu nada de parecido com nenhum Governo português em nenhum areópago internacional, é preciso recuar às votações na ONU – e ao isolamento inelutável do Governo português da altura – contra o colonialismo português para se constatar o vexame lançado sobre o Governo de António Costa e que nos atinge a todos!
Pons afirmou, entre outras coisas gravíssimas:
“o primeiro-ministro português e o Governo mentiram ao
Conselho sobre as habilitações de um dos candidatos ao Parlamento
Europeu"[…] "as mentiras devem levar a
consequências", e rematou afirmando: "Violar o Estado de
Direito não pode ficar impune"!
Alguém imagina um discurso destes, uma diatribe destas, sem razões fortíssimas, ponderosas, sem fundamento?
Onde
está a gravitas e a probidade da esquerda? Curioso que as mesmas só
existam quando a esquerda é oposição…

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