ES C L A R E C I M E N T O:
PENSAMENTO(S) SIMPLES DO DIA – MCDXCVI
«Carlos Durão, médico legista, foi despedido pelo
Instituto Nacional de Medicina Legal (INML). Trabalhava no gabinete que
procedia a autópsias no Hospital de Santa Maria, de Lisboa, e foi ele quem
ligou, em março deste ano, para a Polícia Judiciária, a dizer que Ihor Homeniuk
tinha sido vítima de homicídio». Jornal “CM”, 19/12/2020.
Não obstante, há ainda duas observações que queria fazer:
1. Transcrevi
o parágrafo identificando a fonte, como sempre faço: jornal “CM” de 19/12/2020,
ora se relerem o parágrafo que citei desse jornal, a palavra despedimento não
vem entre aspas, como deveria ser o caso se, efectivamente, o médico não foi
despedido como a notícia dá a entender.
2. Parece-me
um erro colossal da parte do Governo não ter renovado o contrato de trabalho do
Dr. Carlos Durão, é que ao não o fazer – e perante a escandaleira de que se
revestiu o homicídio de Ihor Homeniuk nas instalações do
SEF – deu azo a todo o tipo de acusações e interpretações, para usar um
termo benévolo, e como foi o meu caso.
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