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PARABÉNS, JOE BINDEN!

Sinto e há uma grande sensação de alívio na vitória de Joe Binden sobre Trump. Um político com péssimo perder e agora a atacar irresponsávelmente e sem razão os fundamentos da democracia americana e, como se não bastasse, que vilipendiava e atacava os seus melhores aliados, como o fez em relação à Europa. Ao fazê-lo, atacava o que de melhor há na civilização ocidental, e só por isso, o melhor é doravante dedicar-se ao Golf e aos netos, se os tiver…

O mundo ficou menos perigoso e não mudo uma virgula em relação ao que penso sobre Trump. Transcrevo aqui o que escrevi sobre o homem e sobre o político em 12 de Janeiro deste ano:

«PENSAMENTO(S) SIMPLES DO DIA - MCCLXXIV

 «O secretário da Defesa norte-americano admitiu hoje não ter visto qualquer "prova" concreta de que o general iraniano Qassem Soleimani, morto numa ação militar ordenada por Washington, estaria a planear ataques contra embaixadas norte-americanas, como avançou Donald Trump». “SAPO”, 12/01/2020.

«A estupidez humana é a única coisa que dá uma ideia do infinito». Ernest Renan.

Sim, confesso, nunca vi líder político mais inepto, mais ignorante, mais errático, mais primário do que Donald Trump. George W. Bush era um príncipe ao pé deste primário… 

Até era possível que Soleimani tencionasse atacar as embaixadas americanas na região, não podia era ter o seu secretário da Defesa a negá-lo ao dizer o que disse… 

O homem corporizou e concentrou todo o voto contra a esquerda, contra o políticamente correcto, contra as elites de esquerda e a sua arrogância e marxismo cultural – visto que o marxismo político está mais ou menos, morto e enterrado… – e por isso, ganhou as eleições, mas é um imbecil e quanto mais tempo estiver no poder, maior dano causará à civilização ocidental lato sensu, aos seus interesses e ao seu futuro, a começar imediatamente por estar contra os europeus, seus “avós” e aliados naturais, ideológica, cultural e económicamente! 

Não passa de um fanfarrão, viu-se na entrada de leão e saída de cordeiro contra a Coreia do Norte onde não conseguiu rigorosamente nada, os homens já recomeçaram a testar e a lançar mísseis balísticos, possívelmente intercontinentais. 

Este assassínio de Soleimani e os argumentos que utilizou para justificar o seu acto, ficaram a nu, despidos, sem justificação moral, cabal e imediata, é o seu próprio staff que o desmente! O homem não vê a estupidez, a contradição, a vacuidade e imbecilidade de utilizar esse argumento…».

 


 

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