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PENSAMENTO(S) SIMPLES DO DIA - MCDXL

«Apesar de ter sido classificado como o rio mais poluído do mundo, cerca de 28 milhões de pessoas na Indonésia dependem das águas do Citarum, que abastece a capital, Jacarta, e servem para a irrigação de centenas de milhares de hectares de campos de arroz, piscicultura e eletricidade. […] chegam diretamente às águas do Citarum, todos os dias, mais de 20 mil de toneladas de lixo.» “SAPO”- 07/09/2020. 

E é claro que essas 20 mil toneladas de lixo acabam por chegar ao oceano. É este desleixo, esta incúria, este crime monumental que depois dá força a partidos como o PAN e essa coisa a que chamam “Os Verdes” mas que, na realidade, não passam de vermelhos envergonhados ou, se preferirem de vermelhos não assumidos por desonestidade intelectual e política! O que se há-de dizer de um partido que nunca foi a votos e que mesmo assim, apresenta um grupo parlamentar e frui de todas as vantagens e regalias que esse estatuto lhe confere?!

Já o PAN é diferente, é mesmo diferente – por vezes a roçar o ridículo – mas não deixa de ser um partido altamente alinhado com o poder, logo, com o PS, logo, não serve causa nenhuma, alguém pode servi-la alinhado com este desgoverno nacional?

Substancialmente, o que este parágrafo me suscita, é a melhor maneira de combater um flagelo, uma desgraça ecológica desta dimensão brutal? O que se poderá fazer para resolver este flagelo prescindindo do “conselho”, oportunismo, disfarce e radicalismo dos partidos que cito?

Possívelmente, este problema tem que ser resolvido internacionalmente, por meio de organismo internacionais vocacionados para a luta contra a poluição dos Oceanos, como o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, Pnud, e o “Ocean Voyages Institute”, especializado em recolher plástico dos oceanos, e inúmeras organizações similares que combatem todo o tipo de poluição e não só nos oceanos.

Não serão os discursos inflamados que farão diminuir o lançamento de uma única garrafa de plástico no rio Citarum, sobretudo quando provém da boca daquele deputado dos “verdes” que se arrasta há anos pela Assembleia e de que ninguém sabe o nome. Eu também não sei, tive que ir ver: José Luís Ferreira.

Como mesmo assim, ninguém deve conhecer qualquer acção sua e quem o homem é, esclareço desde já que não o devem questionar sobre Chernobil, ou o homem ainda vai dizer que a culpa foi do Passos Coelho ou, então, do Ocidente, do grande capital e da sua ganância proverbial…



  

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