PENSAMENTO(S) SIMPLES DO DIA – MCDXLVI
“A política tem
a sua fonte na perversidade e não na grandeza do espírito humano.”
Voltaire.
«Uma rede de instituições internacionais em que se incluem a Faculdade de
Economia e Gestão da Universidade do Porto
e a Universidade
de Saint Gallen, na Suíça, realizou um estudo com o objectivo
de avaliar a qualidade das elites em 32 países. Portugal surge em
14º lugar na classificação, mas desce na tabela, para a 25ª posição, quando em
análise está apenas a classe política.» Jornal “Expresso-Curto”, 03/09/2020.
Este parágrafo faz-me lembrar as sondagens em Portugal. Não há um
único amigo meu – e tenho imensos, felizmente – que afirme que tenha votado em Marcelo
Rebelo de Sousa e que tencione voltar a fazê-lo, não obstante, nas
sondagens, Marcelo aparece com intenções de voto estratosféricas e o objectivo
é superar Mário Soares e os 70% que obteve em eleições presidenciais quando as ganhou folgadamente, corria o ano de 1991.
As élites portuguesas, para mim, são um dos grandes problemas
nacionais, para além de não valerem grande coisa, parte de entre elas
comportaram-se miseravelmente, dou só um exemplo: Ricardo Salgado Espírito
Santo, mas haveria inúmeros.
Quanto aos políticos, nem valeria a pena falar de tão maus que são
e de tão mal gerido que Portugal – o País tem condições para ser rico e propiciar
um bom nível de vida aos seus cidadãos – foi, é e será! Não obstante, dou
alguns exemplos significativos também: José Sócrates à cabeça, Arlindo de
Carvalho, Armando Vara, José e Paulo Penedos, Duarte Lima e Isaltino Morais. Ao
nível da qualidade dos políticos portugueses, devemos equipararmo-nos ao Burkina-Faso,
ou ao Haiti, ou mesmo à Venezuela. Seria difícil encontrar pior mas o exemplo
supremo da péssima qualidade dos políticos portugueses, a cereja no topo do
bolo, o nec plus ultra da sua acção nefasta foi a ignóbil bancarrota
para a qual José Sócrates – o seu Governo com o concurso do PS – sem pejo nem
vergonha, lançaram o País em 2011, nunca é de mais mencioná-la e evidenciá-la!
Chega, ou querem mais para descredibilizar completamente o estudo
dos nossos amigos académicos, quer suíços, quer portugueses?
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