PENSAMENTO(S) SIMPLES DO
DIA – MCCCXCI
MÁRIO CENTENO FUGIU,
MAIS UM, QUE COBARDIA E QUE FALTA DE VERGONHA…
«O ministro mais
popular do Governo [Mário Centeno] vai sair com a recessão em andamento. Há
quase cinco anos, entrou no Executivo e conquistou popularidade à medida que as
contas públicas melhoravam». Jornal “ECO”, 09/06/2020.
«Pois a flecha não fere os cobardes». Homero.
Homero tinha razão, não fere, para ferir era preciso
continuar a combater, quando se foge fica-se ao abrigo das flechas e dos
dardos…
Os socialistas têm
particularidades nesta matéria que os distinguem de todos os partidos, vou dar
três exemplos que me parecem irrefutáveis:
Primeiro; Guterres
foi-se embora em 2002, alegou que o fazia porque não queria deixar o País no
pântano, mas deixou, ao ponto de Barroso, que lhe sucedeu, ter afirmado alto e
bom som que o País estava de tanga! E estava!
Segundo; José Sócrates
demitiu-se quando o Parlamento chumbou o PEC-IV, a verdade é que não precisava
de o fazer, nada na Constituição o obrigava a tal, podia tê-lo remodelado com a
ajuda da sua amiga Merkel. Depois de ter gasto demencialmente, o chumbo do
PEC-IV era a desculpa ideal para se ir embora e deixar o País na mais ignóbil
bancarrota de que nos possamos lembrar! E deixou!
Terceiro; Centeno
vai-se embora quando o País entra na maior crise e recessão de que há memória
devido à Covid-19. Enquanto os astros estiveram alinhados – teve a melhor
situação económica internacional das últimas décadas e os juros mais baixos de
sempre – Centeno brilhou, também brilhou
nas cativações, as maiores de sempre, no investimento público, o menor de
sempre e na redução do défice, o mais baixo de sempre – tudo conseguido,
pasme-se, com o voto activo e solidário dos partidos da extrema-esquerda: Bloco
de Esquerda; PCP e PEV.
Nenhum Governo do
centro, do centro direita, moderado, sensato e equilibrado o teria conseguido
fazer nos mesmos moldes, essa mesma extrema-esquerda que votou os Orçamentos do
PS, ano após ano, ter-lho-ia frontal e perseverantemente impedido; na rua, na
Assembleia da República, nos sindicatos, em toda a comunicação social, em toda
a frente de batalha! Agora que as coisas vão ficar muito sérias, muito feias
mesmo, vai-se embora! Foge! Que cobardia. E tudo isto depois de uma crise
violenta no dia 13 de Maio passado, nem há um mês, em que nos foi garantido que
estava tudo bem, e que o Ministro das Finanças ia continuar ao leme para bem da
Nação! Era mentira, uma grande mentira! E pronto, já se foi embora!
Recomendação:
continuem a votar nesta rapaziada que prima por grande coragem e que deixa
sempre o País um “brinco”!
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