PENSAMENTO(S) SIMPLES DO DIA – MCCCXLVII
«A
austeridade não será uma escolha. Será um facto. Cada euro a menos do PIB (e
serão muitos) será um euro a menos de rendimento». Daniel Bessa, jornal
“Expresso Economia”, 10/04/2020.
«A mentira
é como a desgraça: nunca vem só».
E haver ou não
austeridade é uma pedra no sapato deste Governo e, particularmente, de António
Costa. Todo o programa que visou a rejeição no Parlamento do Governo
Passos/Portas que tinha acabado de
ganhar as eleições sem maioria, em 2015, baseou-se sobretudo neste princípio: “NÃO
À AUSTERIDADE”!
O problema é
que este facto, além de ser uma mentira, uma falácia monumental porque não se
decreta o fim da austeridade, a austeridade reflecte e é consequência de uma
dada situação económica num dado momento, se está agora a virar contra eles –
virou-se o feitiço contra o feiticeiro – com efeito, impediram um Governo
legitimo no Parlamento de tomar posse alegando que queriam, dessa forma, evitar
que a austeridade continuasse a vigorar, e agora, cinco anos depois,
servem-no-la em dose cavalar.
Dir-me-ão,
Costa e o seu Governo não têm culpa da Pandemia! É verdade, não têm culpa, mas
Passos e Portas, em 2011, tiveram culpa de Sócrates, Costa e os seus amigos
terem lançado o País numa ignóbil bancarrota?
Pois é, ele há
ironias do destino que para quem não for religioso podem ganhar a seguinte
forma:
Cá se fazem
cá se pagam…
se se for
religioso, a expressão pode ganhar os seguintes contornos:
Valha-nos
Deus!
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