PENSAMENTO(S) SIMPLES DO DIA – MCCCXLIX
«Costa só quer uma coisa da Europa: uma mão cheia de
milhões de milhões». João Vieira Pereira,
Jornal “Expresso Diário”, 21/04/2020.
“Faço
a paz, sustento a guerra,
Agrado
a doutos e a rudes,
Gero
vícios e virtudes,
Torço
as leis, domino a Terra”. José Maria Barbosa du Bocage.
Há muito tempo que não lia um título tão
demolidor e, ao mesmo tempo, tão verdadeiro como o citado em supra, a
respeito do nosso Primeiro-Ministro!
Este título, por si só, “rebenta” com toda a
fraseologia altruísta, solidária, humanista, generosa, eivada quase de romântismo da
entreajuda desinteressada e benfazeja entre os povos europeus, numa palavra, do socialismo e das
suas virtudes, do discurso de António Costa – a Europa é excelente mas é apenas
para nos emprestar o dinheirinho que ele precisa para se manter no poder e para
distribuir à boa maneira socialista.
Preferencialmente, na Função Pública – como ainda agora acabámos de
ver com os aumentos inacreditáveis da mesma num momento destes, não se
preocupem, o mais provável é serem retirados em breve! – sua “coutada" pessoal e
onde gosta de fazer flores, acontece que se não houver dinheiro da Europa em
abundância, a coisa fica muito, muito negra, mesmo para a Função Pública,
menina dos seus olhos!
Costa quer é o vil metal - mais nada!
É isto, são os políticos que temos, é o
Primeiro-Ministro que temos que não cuidou de poupar um chavo nos últimos 5
anos – não baixou a despesa pública como era sua estrita obrigação – e que
agora vê toda a sua política irresponsável desmoronar-se, ficar exposta, ao
laréu, à vista de todos, mesmo dos mais empedernidos, dos mais crentes que descobrem
que não há um cêntimo, que não aferrolhámos o vil metal como o deveríamos ter
feito, o grande Bocage é que descreveu bem o seu poder…
Não estou a acusar ninguém em concreto, mas há
políticos que são uns verdadeiros burgessos, e há quem vote neles…
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