Avançar para o conteúdo principal


PENSAMENTO(S) SIMPLES DO DIA – MCCCVI

«Não aceitaremos esta proposta. É preciso uma postura construtiva de não cedência aos quatro países forretas». António Costa, Primeiro-Ministro, Jornal “Expresso”, 22/02/2020.

“É muito fácil gastar o dinheiro dos outros». Aforismo popular alemão.

Países forretas? É preciso topete!

António Costa é o indigente-mór e está a fazer aquilo que os socialistas melhor sabem fazer: gastar o dinheiro dos outros!

É normal que se um dos países mais ricos da Comunidade Europeia sai, que haja menos recursos, é o que vai acontecer com o Brexit e a saída da Inglaterra da Comunidade, mas nem isso demove o pedinchão-mór de uma postura responsável e equilibrada – é preciso é sacar!

Apesar dos rios de dinheiro que a Comunidade canaliza para Portugal desde 1986 – muitas vezes muitíssimo mal empregues e com imensos laivos de corrupção – os socialistas nunca estão satisfeitos, querem sempre mais e mais e acobertam-se na estafada desculpa da solidariedade, palavra mágica no léxico socialista!

Acontece que há 4 países, todos fortes contribuintes líquidos há muitos anos: Áustria, Holanda, Dinamarca e Suécia, a que se junta a Alemanha, que não estão, legitimamente, dispostos a colmatar o que a Inglaterra deixou de dar, a que acresce o facto de as suas opiniões públicas estarem fartas de serem doadoras crónicas, sobretudo depois do exemplo Grego e, em grande parte, do português com o regabofe dos Governos de Sócrates a estourar dinheiro como se não houvesse amanhã…

Compreende-se…

Comentários

  1. Do que conheço,os socialistas são na sua maioria especialistas em pedinchar e gente de pouca palavra.Falo com conhecimento de causa.A prometer são magnânimos,a cumprir a palavra dada são vis mentirosos.Gente de pouco trabalho e muita treta.Alguns ocupam altos cargos governativos sem o fazerem com um pingo de dignidade, mas o português gosta de estender a mão para pedinchar ( o governo) e quando a esmola não corresponde ao esperado aqui del Rei! O nosso primeiro,o verdadeiro artista do grande crescimento da nossa economia,agora anda muito zangado... Porque os amigos de Bruxelas não estão disponíveis para atirar mais uns milhões para a fogueira do despesismo,receita tão amplamente usada e abusada desde os tempos do Ex.Engenheiro Sócrates até agora,tempo do senhor marajá.

    ResponderEliminar

Enviar um comentário

Mensagens populares deste blogue

  MISCELÂNEA DE IDEIAS – XXIX                                                                                       14/04/2025                                                                           HOLODOMOR E RUSSIFICAÇÃO: DOIS EVENTOS QUE EXPLICAM EM GRANDE PARTE A UCRÂNIA ACTUAL… “A história é testemunha do passado, luz da verdade, vida da memória, mestra da vida, anunciadora dos tempos antigos”, Cícero. E é incontornável para se perceber melhor o presente e o passado recente… Um breve resumo do que foi o H...
  MISCELÂNEA DE IDEIAS – XXX                                                                                         15/05/2025                 “A escolha do Instituto Técnico de Alimentação Humana (ITAU), um dos clientes da antiga empresa de Luís Montenegro, para fornecer refeições à Santa Casa da Misericórdia foi decidida pela anterior provedoria liderada por Ana Jorge, indicada pelo Governo de Costa ”, “ECO”, 11/05/2025                                                  ...
  REFLEXÕES SOBRE A ACTUALIDADE – CCCLXXIX                                               29.09.2025                                                 “BYE-BYE”, GOVERNO SOMBRA DE ANDRÉ VENTURA… “O fracasso não tem amigos”, John Kennedy. Não faz parte da tradição política portuguesa a existência de Governos-sombra, mas é pena porque a sua existência é salutar e benéfica para a democracia. A cada momento, um dado Governo é sujeito a crítica e escrutínio nas diferentes áreas da Governação e, para além disso, à solução alternativa que o titular da pasta em questão faria na circunstância. Por estas razões, só se poderia louvar a criação e a instituição pelo Chega dessa iniciativa. Numa análise, para já muito sumária...