PENSAMENTO(S)
SIMPLES DO DIA - MCCLXXX
«Migrantes
desembarcam no Algarve. "É um cenário possível ficarem em Portugal",
diz SEF. É a segunda vez que imigrantes ilegais alcançam o
Algarve. Em 2007 foram 23 marroquinos que teriam Espanha como destino - repatriados
um mês depois. Os oito jovens capturados na praia de Monte Gordo poderão ter
mais sorte: diretora do SEF invoca "compromisso de acolhimento de cidadãos
estrangeiros requerentes de proteção que chegam à Europa".». Jornal
“DN”, 12/12/2019.
Pois, até pode haver esse compromisso,
compromisso que tem levado Portugal a acolher imigrantes que chegam, sobretudo
a Itália, a Malta e à Grécia e ordenadamente e em coordenação com as
autoridades desses países e a Comissão Europeia. Neste momento, dar asilo a
estes homens é, mais ou menos, abrir a caixa de Pandora, escancarar
completamente a porta às máfias que transportam e ganham milhões com estes
desgraçados, às máfias do tráfico humano.
O asilo faz sentido, seja ele de
carácter político ou económico, não pode é ser feito da maneira como as
esquerdas, em nome do internacionalismo da fraternidade, o querem fazer.
Não é justo, não é exequível nem
comportável, e é gerador de enorme tensão social acolher os imigrantes nestes
termos, se quiserem perceber os motivos pelos quais a extrema-direita está a
crescer em toda a Europa, a resposta é simples: a imigração desordenada
comandada pelas máfias.
Já nem falo na dificuldade de integração
nas nossas sociedades ultra liberais e algumas desenvolvidíssimas, como no
norte da Europa, para povos carentes de tudo e na sua maioria islamitas, muitos
manipulados pelo islamismo radical e que ao chegar à Europa se deparam com a
dificuldade da língua e de assimilar o nosso modo de vida e cultura, nos
antípodas da deles.
Entre essas dificuldades aceitar a
autonomia e liberdade de que, felizmente, fruem as nossas mulheres, não é coisa
fácil para eles que vêm de sociedades onde a mulher é completamente submissa,
dependente e destratada, logo, neste confronto, o resultado só pode ser mau. Um
bom exemplo do que digo, foram as centenas de mulheres atacadas sob a forma de
agressões sexuais – “whatever that means”… –
na Hauptbahnhof de Colónia, há alguns anos atrás:
Não há casas para os portugueses, não há
médicos suficientes, temos milhares de pessoas sem abrigo a viver na rua, essas
pessoas não deveriam fruir da fraternidade doméstica em primeira mão? Em
primeiro lugar, e deixarmos as cotas de imigração a uma instância superior, a
Comissão Europeia, por exemplo? É que nesse caso, estes homens deveriam ser
repatriados imediatamente se não queremos o caos de que os nossos congéneres
europeus se queixam, nem o crescimento exponencial da extrema-direita quando
ela existir…
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