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PENSAMENTO(S) SIMPLES DO DIA MCCXC

«Onze marroquinos chegam de barco ilegalmente a Olhão. Vieram da mesma cidade do grupo que deu à costa em dezembro, em Monte Gordo. Têm entre 21 e 30 anos e três deles tiveram de receber assistência médica. Migrantes encontram-se atualmente à guarda do SEF». Jornal “DN”, 29/01/2020.

Parece que sou bruxo, parece que adivinho…

A este propósito, não vale a pena acrescentar mais nada, por isso repito o texto que escrevi no dia 21/01/2020 e com um comentário adicional; para nossas casas convidamos o número de pessoas que queremos, quando e como queremos, não será assim?

«Migrantes desembarcam no Algarve. "É um cenário possível ficarem em Portugal", diz SEF. É a segunda vez que imigrantes ilegais alcançam o Algarve. Em 2007 foram 23 marroquinos que teriam Espanha como destino - repatriados um mês depois. Os oito jovens capturados na praia de Monte Gordo poderão ter mais sorte: diretora do SEF invoca "compromisso de acolhimento de cidadãos estrangeiros requerentes de proteção que chegam à Europa".». Jornal “DN”, 12/12/2019. 
Pois, até pode haver esse compromisso, compromisso que tem levado Portugal a acolher imigrantes que chegam, sobretudo a Itália, a Malta e à Grécia e ordenadamente e em coordenação com as autoridades desses países e a Comissão Europeia. Neste momento, dar asilo a estes homens é, mais ou menos, abrir a caixa de Pandora, escancarar completamente a porta às máfias que transportam e ganham milhões com estes desgraçados, às máfias do tráfico humano. 
O asilo faz sentido, seja ele de carácter político ou económico, não pode é ser feito da maneira como as esquerdas, em nome do internacionalismo da fraternidade, o querem fazer.  
Não é justo, não é exequível nem comportável, e é gerador de enorme tensão social acolher os imigrantes nestes termos, se quiserem perceber os motivos pelos quais a extrema-direita está a crescer em toda a Europa, a resposta é simples: a imigração desordenada comandada pelas máfias. 
Já nem falo na dificuldade de integração nas nossas sociedades ultra liberais e algumas desenvolvidíssimas, como no norte da Europa, para povos carentes de tudo e na sua maioria islamitas, muitos manipulados pelo islamismo radical e que ao chegar à Europa se deparam com a dificuldade da língua e de assimilar o nosso modo de vida e cultura, nos antípodas da deles. 
Entre essas dificuldades aceitar a autonomia e liberdade de que, felizmente, fruem as nossas mulheres, não é coisa fácil para eles que vêm de sociedades onde a mulher é completamente submissa, dependente e destratada, logo, neste confronto, o resultado só pode ser mau. Um bom exemplo do que digo, foram as centenas de mulheres atacadas sob a forma de agressões sexuais – “whatever that means”… –  na Hauptbahnhof de Colónia, há alguns anos atrás: 
 Há guerra civil em Marrocos? Estes homens são perseguidos no seu Pais? Não, de maneira nenhuma! 

Não há casas para os portugueses, não há médicos suficientes, temos milhares de pessoas sem abrigo a viver na rua, essas pessoas não deveriam fruir da fraternidade doméstica em primeira mão? Em primeiro lugar, e deixarmos as cotas de imigração a uma instância superior, a Comissão Europeia, por exemplo? É que nesse caso, estes homens deveriam ser repatriados imediatamente se não queremos o caos de que os nossos congéneres europeus se queixam, nem o crescimento exponencial da extrema-direita quando ela existir…».

Comentários

  1. Como ando a pôr em dia a leitura dos seus textos, vou escrevendo alguns comentários não por ordem cronológica mas ao sabor das opiniões que me chamam a atenção.
    A sua lucidez, a sua frontalidade (própria de quem se assume) na expressão da sua opinião sobre os migrantes é a mesma da maior parte de muitos de nós.
    Só que nem todos têm a coragem de pensar, menos ainda dizer, e impossível escrever.
    A minha mente regozija-se ao ler os seus textos resultantes da análise, da elaboração de assuntos que foram resolvidos previamente por si. E, à boa maneira garrettiana, simulam uma espontaneidade e uma simplicidade que não se torna crível.
    Um afectuoso abraço da
    Cândida

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    Respostas
    1. Cândida,

      Agradeço a bondade dos seus comentários sobre os meus textos que não sei se é verdadeiramente merecida... seja como for, gosto de intervir civicamente e é isso que me motiva a escrever e a tentar denunciar os políticos da treta que nos desgovernam, e os banqueiros de terceira categoria que gerem os nossos dinheiros! Juntos fazem deste País um País da treta, infelizmente! Podíamos ser um País bastante melhor não fosse esta corrupção e incompetências desenfreadas e generalizadas que varrem permanentemente o País.
      Retribuo o seu afectuoso abraço.

      Rui

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