PENSAMENTO(S) SIMPLES DO DIA – MCCLXI
“Não é de esquerda promover
défices e aumentar dívida”. António Costa, Primeiro-Ministro, Jornal
“Público”, 18/12/2019.
«Apanha-se mais depressa um
mentiroso do que um coxo». Aforismo popular.
Quando se tem grandes
responsabilidades e se diz mentiras com o ar mais cândido do mundo, isso é
perigoso, é perigoso porque há inúmeros incautos que acreditam nas mesmas,
acresce que é moralmente repelente…
Vamos a factos, factos que
António Costa apoiou indefectivelmente, ou, se quiserem, os políticos que
criaram estes factos e que ele sempre defendeu acérrimamente até ao fim do seu
mandato, como José Sócrates, por exemplo, que ele classificou, ouvi eu, de
grande líder e de grande político!
Défices em percentagem do PIB
nos dois últimos anos do (des) Governo de José Sócrates:
2009 - - 9,9%
2010 - - 11,4%
Temos assim que estes défices
são absolutamente demenciais, levaram-nos directamente à falência e ao fecho
dos mercados que se recusaram a emprestar-nos um chavo mais que fosse para
financiar a nossa dívida, galopante desde esse Governo.
Evolução da Dívida Pública
imediatamente antes dos Governos de José Sócrates, durante, e no ano de 2011,
sendo que o seu Governo foi substituído em Junho de 2011, portanto, a maioria
da dívida nesse ano já tinha sido contraída:
2004 67,1
2005 72,2
2006 73,7
2007 72,7
2008 75,6
2009 87,9
2010 100,2
2011 114,4
Temos assim que, a dívida
pública disparou, aumentou brutalmente durante o seu Governo, quase que
duplicou até a Troika mandar pôr travões a fundo ao aumento irresponsável da
mesma! Temos desde 2015 o Governo de esquerda de António Costa que tem a
particularidade de ter sempre aumentado a dívida pública e que brande sempre a
falácia de que a mesma está a decrescer em percentagem do PIB, é verdade pois
este tem estado a subir, mas em termos absolutos – o stock da dívida – não pára
de aumentar!
Afinal, é de esquerda ou não promover
défices demenciais e aumentar brutalmente a dívida pública, António Costa?
Fonte: PORDATA.
Comentários
Enviar um comentário