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PENSAMENTO(S) SIMPLES DO DIA – MCCXXVIII 

ANTÓNIO COSTA GOSTA DE SE PÔR EM BICOS DE PÉS… 

«Costa pede a Corbyn para pôr Europa à frente do Partido Trabalhista». Parangona do jornal “DN”, 19/10/2019. 

“Deve-se deixar a vaidade aos que não têm outra coisa para exibir”. Honoré de Balzac. 

Dá vontade de rir! 

Costa não tem a noção do ridículo?  

Não tem a noção do tamanho? 

Não tem a noção da sua importância no contexto da Europa, da do seu partido e da do país que representa? 

Fico boquiaberto com a impudência de Costa. Com efeito, que moral tem António Costa para formular um pedido destes?  

Não foi Costa que sacrificou o interesse do País, o respeito devido aos eleitores, a transparência – obrigatória em  democracia – e até o próprio Partido Socialista e a sua história de partido democrático e anti-totalitário, quando tendo perdido as eleições em 2015, mesmo assim, fez uma aliança pela negativa, espúria, contra natura – como é perfeitamente visível hoje, 4 anos depois – com a extrema-esquerda para governar, salvar a pele e não vir ele próprio a ser alijado e relegado para um “has been” na estrutura do PS? 

Se o pedido de Costa chegou aos ouvidos de Corbyn – será Corbyn ateu? – mesmo assim, não me admiro que tenha proferido: 

“My Godness, what a hell…”!

 

Comentários

  1. Embora não nutra muita simpatia pelo Sr. Costa, fui tentar confirmar ou desmentir a autenticidade da frase, por me custar a crer que ele tenha dito uma coisa tão estúpida.
    Encontrei duas frases:
    António Costa pediu a Jeremy Corbyn que coloque o "interesse da Europa" acima "das conveniências partidárias"
    e
    «Os europeus querem que Jeremy Corbyn ponha "interesse geral acima das conveniências partidárias"
    que não dizem o mesmo.
    A primeira diz que ele deve pôr o interesse da Europa acima do interesse do seu País (é para isso que o seu partido existe), o que é um erro de quem não entende o que é a UE. Em cada país, o interesse nacional deve estar primeiro. Aí estamos de acordo.
    A segunda diz (pode-se entender assim) que ele deve pôr o interesse do seu País acima do interesse partidário, o que está certo.

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  2. César, não vi em lado algum a infirmação da citação que fiz tendo Costa como autor, sendo assim, mantenho integralmente o que escrevi!

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    Respostas
    1. Tentei encontrar em algum sítio a citação que refere, e não encontrei nada a não ser a do jornal DN.

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