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PENSAMENTO(S) SIMPLES DO DIA – MCCXXVI
OS “ACHIEVEMENTS” DA GERINGONÇA…
«Em 2015 éramos o 13º país da zona euro em termos de PIB per capita. Em 2016 fomos ultrapassados pela Eslovénia e passámos a 14º, em 2017 fomos ultrapassados pela Eslováquia e passámos a 15º, em 2018 fomos ultrapassados pela Estónia e passámos a 16º e em 2019 seremos ultrapassados pela Lituânia e passaremos a 17º». João Duque, Jornal “Expresso-Economia”, 17/08/2019.
“Não há riqueza mais perigosa do que uma pobreza presunçosa”. Santo Agostinho.
A isto chama-se involução, tudo no caminho do excelente socialismo que nos conduzirá aos píncaros e ao leite e mel em abundância para todos.
Apesar de sermos assoberbados permanentemente com propaganda reles, este Governo não resiste aos factos, aos terríveis números que provam que se trata de uma gestão péssima que permite que os países da nossa dimensão e com níveis de desenvolvimento similares aos nossos, nos ultrapassem, ano após ano, década – consistentemente – após década!
Ficámos cada vez mais pobres, mais para trás apesar dos discursos de optimismo. O nosso atraso está também na proporção directa do aumento do stock da dívida: “Daqui a 4 anos cada português vai estar a pagar 667 Euros de juros”, Parangona do jornal “Dinheiro Vivo” de 17/10/2019. Somente!
Os socialistas nunca serão reformistas porque isso afronta a sua ideologia de direitos adquiridos e concomitante e directamente, os seus ”compagnons de route” de que vão precisar agora muito mais do que antes – a estratégia de Rio estava errada, o PS não se quer aliar à direita e mesmo que quisesse, não podia, não pode… – por ser previsível, mais cedo do que tarde, uma substituição de Rio no PSD, por uma linha de afrontamento e alternativa claras ao PS e resto da esquerda toda, cada vez mais necessária e urgente.
Com este PS podemos esperar – como tem estado a acontecer e os números provam – regressão, atraso, involução, decadência e a sua dependência da fossilização ideológica dos seus parceiros de extrema-esquerda que imporão permanentemente o distanciamento em relação à democracia, ao progresso e bem-estar da Europa. É preciso não esquecer que o PS em 2015, optou decididamente por se aliar às esquerdas, ninguém o obrigou, agora, aguente-se!
Os socialistas estão muito contentes, muito satisfeitos com os seus feitos na economia e no resto – presunção e água benta, cada qual toma a que quer – acontece que se Costa ficar muito mais tempo no poder, dentro de alguns anos estaremos a esbracejar para não ficarmos atrás do Haiti ou do Burkina-Faso…
Porreiro, pá!

 

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