PENSAMENTO(S) SIMPLES DO DIA - MCCXXIII
«[…] o programa de Governo terá alguns
ajustamentos, introduzidos pelo PS como sinal de “boa vontade” para os partidos
à sua esquerda». Filipe Santos Costa, Jornal “Expresso”,
27/10/219.
“Teimosia e fidelidade: ele defende
ainda por teimosia uma causa cuja fraqueza vê, mas chama a isso «fidelidade».”
Nietzsche.
E sendo assim, o mote central da
política de Rui Rio: de que “queria arrancar o PS às garras da
extrema-esquerda”, fica ainda mais frágil e difícil de concretizar…
Rui Rio faz-me lembrar aquele fulano
muito interessado naquela loira muito vistosa, muito elegante e muito “sexy”
que todos querem seduzir mas que, afinal, só lhe dá tampos e só vai para a cama
com o grupo de adversários ferozes de Rui Rio e que, à boa maneira dos ungidos,
predestinados e detentores da verdade absoluta pelo toque do Senhor, sobretudo
da claque do PCP, BE e PEV, odeiam Rui Rio e tudo o que ele e o seu partido
representam…
Costa não se cansa de dizer que não
quer nenhuma aliança com o PSD, e não só o diz como celebra alianças à
esquerda, como a Gerigonça e o que aí há-de vir nesta legislatura, como se
começa a vislumbrar…
O País e os seus críticos internos, apreciariam
e, sobretudo votariam – convém lembrar que em 2011, houve 2.149.742 pessoas que
acreditaram numa política alternativa ao PS e votaram no PSD, se juntarmos os
653.987 que votaram no CDS, temos o fabuloso número de 2.803.729 portugueses
que não se reviram no socialismo – e adeririam a essa política como já o
fizeram, os números demonstram-no. Estes números deveriam ser a bitola e a
ambição de Rio.
Isto é tão evidente, parece-me…
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