PENSAMENTO(S) SIMPLES DO DIA – MCXCI
Portugal tem hoje uma elevadíssima taxa
marginal de IRC que, incluindo derramas, é de 31,5%. Trata-se da terceira taxa
marginal mais elevada na União Europeia, […] A concorrência fiscal em sede de
IRC é ainda maior entre os países da União Europeia com PIB per capita idêntico
ou inferior ao nosso […]: Bulgária (10,0%), Croácia (18,0%), Eslováquia
(21,0%), Estónia (20,0%), Grécia (28,0%), Hungria (10,8%), Letónia (20,0%),
Lituânia (15,0%), Polónia (19,0%), República Checa (19,0%) e Roménia (16,0%). […]». Ricardo
Arroja, jornal “Jornal ECO”, 14/08/2019.
«O
Estado nunca é tão eficiente como quando quer dinheiro». Anthony Burgess.
António Costa disse há meses que os
impostos não iam descer no próximo ano. Parece que acossado pelas propostas da
oposição, depois infirmou o que tinha dito. Certo é o que o Secretário de
Estado da Saúde, Francisco Ramos, disse há dias; que era preciso baixar as
deduções em IRS das despesas de saúde de 15 para 5%, o que provocará imediatamente
um aumento no valor final a pagar no IRS de todos nós.
Compreende-se, baixar de 40 para 35
horas o trabalho na Função Pública provocou “buracos” monumentais que agora é
preciso tapar a toda a pressa e a todo o custo com novos impostos – e esse
custo sobra para nós!
E o que diz sua Excelência, o Senhor
Presidente da República que ao promulgar este diploma afirmou que tinha
recebido garantias de António Costa e de Mário Centeno de que não haveria
aumento da despesa pela introdução deste novo regime? Não actua, não faz nada,
nem sequer confronta publicamente o Governo com este dislate monumental?
Vivemos ou não num país do faz de conta
e com políticos da treta?
Claro que sim, e convém não esquecer; há
três coisas fatais como o destino quando os socialistas governam: o nepotismo
infrene, desavergonhado, a sua incompetência proverbial, e o aumento de
impostos imparável, que lhes está colado à pele e que nunca, mas nunca, desce!
Compreendem agora, quando nos comparamos
com os outros países da Europa do nosso campeonato, os motivos pelos quais
Portugal não resiste a nenhuma comparação e nunca vai sair da cepa torta?
Para resolver isto é fácil, é continuar
a “votar nesta gente”…
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