PENSAMENTO(S) SIMPLES DO DIA – MCLXXXIX
«Jerónimo de Sousa não quer confusões:
“Não há Governo apoiado pela CDU”.» Jornal “i”, 16/08/2019.
A BANALIZAÇÃO DA MENTIRA…
Não se trata da banalização do mal
induzida pela institucionalização do terror, mormente pelos Estalinistas e os
nazis – tão bem explicada por Hannah Arendt – neste caso, trata-se de uma reles
e desprezível banalização da mentira…
Como se chama a um mestre da
manipulação, a um prestidigitador? Na Índia chamam-lhes “faquires” mas creio
que chamar faquir a Jerónimo de Sousa é ofensivo porque ofusca o verdadeiro
faquir da política portuguesa: António Costa!
Jerónimo de Sousa é mais um político
sem uma réstia de vergonha na cara, sem um vestígio de seriedade, sem nenhuma
verdade naquilo que diz.
Vejamos, é este político que faz uma
afirmação deste teor, o mesmo que durante quatro anos votou quase que sistemáticamente
ao lado do Governo – Governo que só se manteve por esse facto – caso contrário,
teria caído parlamentarmente.
Com o seu voto e o do seu partido,
partido que comanda monoliticamente enquanto seu Secretário-Geral – o
monolitismo é o modo de estar dos comunistas – votou quatro, repito quatro
Orçamentos Gerais do Estado que se rejeitados pela maioria dos deputados,
implicariam a queda do Governo automáticamente!
É este homem, este político que tem o
topete, o desplante, a desvergonha de dizer que “não há Governo apoiado pela
CDU”! Então é apoiado por quem, pela Virgem Maria e pelos fiéis apóstolos?
O comunismo que se pretendia uma
doutrina de base científica, foi o maior embuste, o maior logro, o maior flop
protagonizado pelo homem desde a pré-história. A mentira veio para ficar, criou
raízes, está institucionalizada como se vê pelas declarações de Jerónimo de
Sousa.
Se alguém tiver dúvidas sobre a
“bondade” do comunismo e de como foi uma mentira colossal, uma forma fácil de o
esclarecer é perguntar aos Russos, aos Polacos, aos Húngaros, aos Checos, aos
Cubanos, agora aos cidadãos de Hong-Kong e a mais não sei quantos povos que o
experimentaram! Eles explicarão fácilmente o que foi e como o viveram…
Comentários
Enviar um comentário