«Não
tenciono desertar de Portugal. Estou muito empenhado em continuar a fazer
aquilo que tenho vindo a fazer, como aliás está provado».
António Costa, Primeiro-Ministro a confirmar que foi convidado – e recusou –
exercer cargo de topo na UE. Jornal “Expresso”, 6/07/2019.
PRESUNÇÃO E ÁGUA BENTA CADA QUAL TOMA A QUE QUER… Aforismo popular.
Esta é das frases mais pretensiosas, mais ‘assassinas’, mais arrogantes e mais deliberadamente imprecisas que ouvi um político pronunciar:
Pretensiosa porque pretende que foi convidado para o cargo mais importante da União Europeia, e não foi!
‘Assassina’ porque ‘assassina’ o seu adversário político Durão Barroso, acusando-o de ter desertado quando foi para Presidente da EU, o homem já nem está na política activa. Fica-lhe mal.
Arrogante porque pretende fazer crer que se deu ao luxo de recusar um lugar dourado por convicção política (e obrigação moral, deduzo eu…) para continuar empenhado a fazer aquilo que tem estado a fazer, como se estivesse a fazer alguma coisa de jeito?! Está – à boa maneira socialista e como sempre acontece quando os socialistas são poder – a dar cabo do país! Acresce que fala como se tivesse chegado a Primeiro-Ministro deste país após um escrutínio limpo, sem omissões de informação ao eleitorado, do género: “se não ganhar as eleições com maioria absoluta, alio-me ao PCP e ao BE”, e como se tivesse ganhado as eleições!
Finalmente, imprecisa porque não esclarece para que cargo de topo foi convidado? Há muitos na EU e vimos como todos os países se bateram denodadamente por ficar com algum para si. O que eu li no jornal “Expresso”, é que o seu nome foi sondado para Presidente do Conselho Europeu, (um cargo relativamente menor na estrutura europeia) ora sondado – sondado significa indagar da disponibilidade – não é o mesmo que convidado e mesmo que o tenha sido, não se tratava de Presidente da Comissão Europeia, como foi o caso de Barroso – este sim, o cargo político mais importante da Europa. Mas esse pequeníssimo pormenor Costa não esclarece nem precisa, não convinha…
A desonestidade intelectual e moral neste político é uma coisa espantosa, já o constatámos em 2015 quando usurpou o lugar de Primeiro-Ministro a quem ganhou, de facto e de direito – as eleições, não há dúvida…
PRESUNÇÃO E ÁGUA BENTA CADA QUAL TOMA A QUE QUER… Aforismo popular.
Esta é das frases mais pretensiosas, mais ‘assassinas’, mais arrogantes e mais deliberadamente imprecisas que ouvi um político pronunciar:
Pretensiosa porque pretende que foi convidado para o cargo mais importante da União Europeia, e não foi!
‘Assassina’ porque ‘assassina’ o seu adversário político Durão Barroso, acusando-o de ter desertado quando foi para Presidente da EU, o homem já nem está na política activa. Fica-lhe mal.
Arrogante porque pretende fazer crer que se deu ao luxo de recusar um lugar dourado por convicção política (e obrigação moral, deduzo eu…) para continuar empenhado a fazer aquilo que tem estado a fazer, como se estivesse a fazer alguma coisa de jeito?! Está – à boa maneira socialista e como sempre acontece quando os socialistas são poder – a dar cabo do país! Acresce que fala como se tivesse chegado a Primeiro-Ministro deste país após um escrutínio limpo, sem omissões de informação ao eleitorado, do género: “se não ganhar as eleições com maioria absoluta, alio-me ao PCP e ao BE”, e como se tivesse ganhado as eleições!
Finalmente, imprecisa porque não esclarece para que cargo de topo foi convidado? Há muitos na EU e vimos como todos os países se bateram denodadamente por ficar com algum para si. O que eu li no jornal “Expresso”, é que o seu nome foi sondado para Presidente do Conselho Europeu, (um cargo relativamente menor na estrutura europeia) ora sondado – sondado significa indagar da disponibilidade – não é o mesmo que convidado e mesmo que o tenha sido, não se tratava de Presidente da Comissão Europeia, como foi o caso de Barroso – este sim, o cargo político mais importante da Europa. Mas esse pequeníssimo pormenor Costa não esclarece nem precisa, não convinha…
A desonestidade intelectual e moral neste político é uma coisa espantosa, já o constatámos em 2015 quando usurpou o lugar de Primeiro-Ministro a quem ganhou, de facto e de direito – as eleições, não há dúvida…
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