PENSAMENTO(S) SIMPLES DO DIA – MCLXXVI
«Carlos
Carreiras apela a uma nova AD. Corremos o risco de ter maioria de esquerda com
mais de dois terços da AR e de tornar Portugal irreconhecível para as próximas
décadas». Jornal «i», 17/07/2019.
“A UNIÃO
FAZ A FORÇA” – aforismo popular
Carlos
Carreiras tem carradas de razão, a perspectiva que enuncia é assustadora – já
pensaram que com um pouco mais e com os partidos que fazem sistemáticamente o
jogo do PS, como o PAN, a alteração da Constituição deixa de ser uma miragem?
Esta perspectiva com este PS dominado pela sua ala esquerda, não é assustadora,
é aterradora! – e, por outro lado, toda a gente sabe que o método de Hondt
favorece as coligações e as maiorias. Reparem na última sondagem:
Uma nova
AD podia, só por si, eleger mais um número substancial de deputados e
dificultar imenso a vida ao PS na sua tentativa – pelos vistos, na iminência de
ser alcançada – de obter uma maioria absoluta. Os parceiros do PS também não sairiam
beneficiados, quanto mais deputados tiver o centro e a direita, pior para
o seu objectivo de instituir um projecto
totalitário neste país, os comunistas nunca desistem, nem mesmo após a queda do
Muro de Berlim e da derrocada fragorosa da URSS, para eles, a teoria é
científica e está correcta, foi mas é mal aplicada! O pior cego é aquele que
não quer ver…
Ninguém
lhes consegue explicar aquele velho princípio enunciado por Hume mas
perfeitamente válido em política: «nas mesmas condições, as mesmas causas
produzem sempre os mesmos efeitos»… no caso do comunismo; os resultados são
sempre absolutamente catastróficos: ditadura feroz; uma clique no poder inamovível;
polícia política brutal; supressão das liberdades fundamentais, supressão do Estado
de Direito e das suas garantias; profusão de Gulags e de presos políticos em
números demenciais; carências sistemáticas de produtos básicos e essenciais; baixíssimo
nível de vida; etc., etc., basta olhar para a Coreia do Norte, Cuba e a Venezuela.
Voltando à
política nacional, acresce que – para cúmulo – parece que só Rui Rio ainda não
percebeu as vantagens de uma frente única contra este projecto totalitário
socialista. Alguém que lhe explique, por favor, ainda estamos a tempo.
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