PENSAMENTO(S) SIMPLES DO DIA - MCLXXV
«Governo
"regozija-se" com eleição de Ursula Von der Leyen. O
ministro dos Negócios Estrangeiros português disse hoje que o Governo se
regozija com a eleição de Ursula Von der Leyen como presidente da Comissão
Europeia, sublinhando que os seus compromissos “vão todos no sentido certo”». Sapo,
16/07/2019.
A hipocrisia é uma constante neste
Governo e esta afirmação é a melhor prova disso mesmo!
António Costa e o seu Ministro dos
Negócios Estrangeiros, Santos Silva, fizeram tudo o que puderam nos bastidores
e junto da imprensa – com Costa e os socialistas a propaganda nunca falha –
para eleger um socialista e pôr em prática uma espécie de – congeminou
erradamente Costa – Geringonça europeia, portanto tratava-se de eleger alguém
que não tivesse ganho as eleições para Presidir à Comissão Europeia, apesar de
para o conseguirem terem que se associar aos liberais e a Macron numa aliança
espúria e oportunista – falharam nesse desiderato rotunda e inapelávelmente!
Bem feito!
Na sua tentativa de eleger o socialista
Franz Timmermans, tentaram obstar à eleição de outro candidato do maior grupo
parlamentar europeu, no caso, um político indicado pelo partido que mais votos
recolheu – tinham a experiência de Portugal e de impedir os partidos mais
votados em 2015 pelos portugueses, PSD/CDS, de formar Governo – o PPE. Ursula
Von der Leyen foi a pessoa escolhida pelo PPE. Só o nome deve-os ter assutado
uma vez que “Von” não é para qualquer um na Alemanha, tem mesmo uma conotação
aristocrática, nos antípodas do seu socialismo arcaico, fossilizado, pobre,
como todo o socialismo…
A coisa falhou estrondosamente porque
António Costa enganou-se, não está em Portugal, não está a lidar com parolos, e
então, depois de perder, vira o bico ao prego e vai de REGOZIJAR-SE com esta
eleição!
Por amor de Deus, tanta hipocrisia, não!
Não somos todos parolos, há quem vos tope bem!
Já não nos chegava a hipocrisia sem
limites de BE e PCP nesta legislatura! Pelos vistos, a hipocrisia está em alta
e infrene neste país, sobretudo desde que a esquerda chegou ao poder.
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