PENSAMENTO(S) SIMPLES
DO DIA – MLVI
«As autoridades da Coreia do Norte pediram ajuda às Nações
Unidas e a outras organizações humanitárias devido à falta de alimentos no
país, anunciou hoje a ONU. […] de acordo com dados fornecidos por Pyongyang, é
esperado que em 2019 o país tenha uma escassez de cerca de 1,4 milhões de
toneladas de alimentos básicos, como trigo, arroz, batata ou soja». Fonte:
“SAPO – 24”, 21/02/2019.
«O comunismo não é um grande ideal que se
perverteu. É uma perversão que se vendeu como um grande ideal». Olavo de Carvalho, filósofo e
ideólogo brasileiro.
Não obstante estes factos, este é um
país que canaliza permanentemente milhões para desenvolver o seu arsenal
nuclear e os seus mísseis balísticos intercontinentais. E o problema disto tudo
é que no comunismo não há reversão, nem de políticas, nem de políticos por um
motivo muito simples: não há democracia a nível nenhum! Democracia igual a
zero! Há sempre, ditadura feroz!
Porque se houvesse, era
só fazer um exercício comezinho; perguntar ao povo se preferia pão ou
misseis nucleares?
Isto é aceitável? Alguém
pode estar de acordo com uma política destas, sobretudo se considerarmos que o
comunismo tomou o poder na Coreia do Norte logo após a derrota do Japão, nos
idos de 1945?
Após este tempo todo, 84
anos de comunismo, os comunistas que prometeram mel e leite em abundância,
construíram um regime onde as pessoas morrem à fome, literalmente, na última
grande fome, entre os anos de 1994 e de 1998, o número de mortos é calculado
entre 240 000 e 3 500 000, só!
Que raio de sistema
político, de ideologia, é este, cujos resultados são, invariavelmente, fome e
penúria, como agora se está a passar na Venezuela? É por isso que eu recomendo
aos meus amigos que defendem o comunismo, uma vez que, por razões
objectivas e compreensíveis, não querem
ir viver para a Coreia do Norte e serem confrontados com o falhanço dramático
da ideologia que defendem acérrimamente – postos face a face com a verdadeira
distopia – então, ao menos, olhem para estes exemplos e, realisticamente, pensem
duas vezes nas próximas eleições… é o mínimo!
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