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PENSAMENTO(S) SIMPLES DO DIA – CMLXXI
 
UM PARTIDO QUE SÓ SABE GOVERNAR (PÉSSIMAMENTE) COM OS COFRES CHEIOS… 

«Os governos socialistas duram enquanto os ciclos económicos são favoráveis e enquanto podem dar boas notícias aos portugueses. Quando os bons tempos acabam, e sem programas reformistas, o PS nada tem a fazer no governo, vai-se embora e deixa o trabalho difícil para a direita». João Marques Almeida, jornal “Observador”, 25/11/2018. 

«O Socialismo dura até acabar o dinheiro dos outros». Margareth Thatcher. 

Esta foi uma ideologia pela qual milhões se bateram e morreram, desde os socialistas utópicos: Saint Simon e Owen, até aos socialistas científicos: Marx e Engels e os seus seguidores; verdadeiros carniceiros, Lenine e Estaline. A frase de Thatcher que cito em supra, é cáustica, demolidora e sarcástica mas verdadeira, basta atentar nas três vezes que em Portugal o PS já chamou o FMI. Quanto ao parágrafo do cronista supracitado, além de acutilante e sintético, acerta em cheio no alvo.
 
O socialismo já teve melhores dias, desde o colapso do país farol e considerado o “sol na terra”, a U.R.S.S, ao actual Governo social-democrata de Sanchez em Espanha, que pressupõe uma prestidigitação política permanente (64 deputados em 350), aos regimes de terror de Cuba e da Coreia do Norte, até ao regime da Venezuela, onde a fome e a miséria e o caminho para o abismo e a tragédia, encolhem todos os dias.  

Quanto a nós, com efeito, os governos socialistas foram sempre uma desgraça, a começar pelo de Mário Soares – ia para os Conselhos de Ministros sem estudar os dossiers, o que diz bem da sua competência e do facto de ser um político irresponsável que não fazia o trabalho de casa e era preguiçoso – e a continuar com Guterres que se foi embora para não deixar o País no pântano, mas que o deixou de tanga. Acresce Sócrates – o político alegadamente mais corrupto e venal que nos governou até hoje, acusado de 31 crimes e de acumular 24 milhões de Euros na Suíça, segundo o Ministério Público – que nos atirou para uma ignóbil e miserável bancarrota:  


Costa também não sai bem na fotografia, chegou ao poder sem ganhar eleições e à revelia do conhecimento e do acordo expresso dos portugueses e fez uma aliança – que todos os dias na votação do Orçamento de Estado e noutras ocasiões – se mostra perfeitamente espúria e ainda estamos para ver em que lindo estado, quando se for embora, vai deixar o País e o Estado…  

Os portugueses votam no partido que acham que lhes ‘faz bem’, que lhes ‘melhora a vida e a bolsa’, esquecem-se sempre de que quem dá de um lado, tira do outro, acreditar no contrario é crer em ilusionismo, os portugueses caem sempre como uns patinhos neste truque velho a que o PS sempre recorre para ganhar eleições: o populismo e, sobretudo, o eleitoralismo… 

Coitaditos, esperançosamente, talvez um dia abram os olhos e aprendam…

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