PENSAMENTO(S) SIMPLES
DO DIA – CMXXXI
«Famílias
ainda pagam mais IRS do que antes da crise». Parangona do Jornal “Público”, 17/10/2018.
«Pessoas
que são boas a arranjar desculpas raramente são boas em qualquer outra coisa».
Benjamim Franklin.
O ano de 2013 foi marcado por um brutal
aumento de impostos decretado pelo então Ministro das Finanças, Vitor Gaspar, e
o motivo foi simples; não há bancarrotas inócuas, sem custos para os fautores,
Portugal lambia as feridas da ignóbil bancarrota de 2011 provocada pela
irresponsabilidade e aventureirismo de Sócrates.
Era preciso muito dinheiro para acudir ao
pagamento de juros e outros encargos contraídos por Sócrates e o seu Governo –
a propósito, apoiado até ao último dia pelo nosso excelso Primeiro-Ministro, António
Costa… – pelo que os governantes recorreram à fórmula clássica: aumento de
impostos que, naquele caso, foi mesmo BRUTAL!
Ora, o que espanta é que tendo acabado a
austeridade, como nos martelam nas cabeças há mais de três anos, as famílias,
que somos todos nós, ainda continuem a pagar mais impostos, mais IRS, do que
nesse famigerado ano de 2013, como é isso possível no quarto Orçamento gizado e
votado pela Geringonça?
Há uma coisa em que os socialistas são
muito bons – tenho que reconhecer, até porque são péssimos em tudo o mais, são
uma verdadeira lástima – no marketing político; dão-nos a ilusão que a
austeridade acabou, que ganhamos mais, que pagámos menos impostos e acima de
tudo, duma forma notável, que foram os outros que faliram o país. Os lorpas
acreditam…
Não obstante, desde 2016 não só a carga
fiscal não pára de aumentar – como a citação em supra deste texto o confirma – como
o Estado vai buscar cada vez mais dinheiro à economia, o que é péssimo para
todos e sobretudo para as empresas, as únicas que verdadeiramente criam riqueza
e que têm que se haver com um Estado parasita – como o nosso – e que precisa
sempre de mais e mais dinheiro, nunca ficando saciado, as clientelas a isso o obrigam…
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