PENSAMENTO(S) SIMPLES DO DIA - CDIV
«Sahra, o rosto do novo movimento de esquerda
anti-imigração alemão. O objetivo do Aufstehen (De Pé) é combater a
extrema-direita e reunir os eleitores desiludidos do SPD, dos Verdes e até do
Die Linke, onde milita a líder Sahra Wagenknecht». Jornal “DN”, 5/09/2018.
Confesso
que fiquei surpreendido, então, parte da esquerda já é contra a imigração? Foi
a mesma Sahra Wagenknecht do partido de esquerda, “Die Linke”, quem afirmou o
seguinte:
“nem todos [os requerentes de asilo] podem entrar”
na Alemanha e criticou como “marcas de bem-estar” conceitos como “abertura ao
mundo, anti-racismo, e protecção de minorias”, segundo o jornal “Público” da
mesma data e tudo conceitos intocáveis e queridos da esquerda….
Era
inevitável que o realismo chegasse à esquerda por tudo o que se tem passado,
principalmente na Alemanha, mas também na Suécia, Dinamarca e Holanda. Com
efeito, para além de outros aspectos gravíssimos, como os esfaqueamentos
recorrentes de cidadãos inocentes por essa Europa fora, é suicida uma política
que recebe no seu seio milhões de refugiados e que distribui generosamente subsídios
a todos – mesmo àqueles que não contribuíram com um chavo para a segurança
social e o Estado Social alemão ou europeu – sobretudo à procriação, e que
ignora que a prazo os muçulmanos e o Islamismo, democraticamente, mandarão na
Alemanha e na Europa Ocidental se esta política persistir, a comprová-lo a
eleição do ‘Mayor’ de Londres, um islamita democraticamente eleito pelos
Londrinos.
Decorre
da democracia, conceito criado por nós mas em relação ao qual os muçulmanos se
estão nas tintas, o Islamismo é uma Teologia que, como todas as Teologias, é
autocrática, hegemónica e totalitária… um dos melhores exemplos é o Irão dos
Aiatolás.
Devíamos
esforçar-nos por pensar nisso um pouco, parece que a esquerda europeia, a
alemã, já o começou a fazer e que Sahra Wagenknecht ao defender o que defende, não corre o
risco de receber mimos do género:
Sahra, rua, sua Fascista!
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