PENSAMENTO(S) SIMPLES
DO DIA - DCCCLXXXIX
«Dormidas
de estrangeiros diminuíram 5,1% em Junho. Franceses, ingleses e alemães
responsáveis pelo abrandamento». Jornal “Público”,
14/08/2018.
Isto acontece porque há um retorno
do turismo europeu, sobretudo ao norte de África e à Turquia, mas também ao
Egipto, países com preços excepcionalmente baixos porque essas economias viviam
em grande parte do turismo e é melhor ter algum, mesmo a baixo preço, do que
nenhum, como tem acontecido até agora… A Lira Turca está em queda livre, o que
significa que o Euro vai comprar muito mais bens e muito mais baratos nesse
País, incluíndo o turismo, evidentemente.
E se o turismo começar a abrandar,
Costa e o seu Governo vão ter gravíssimos problemas porque o turismo é o
responsável número um – embora muitíssimo maltratado pelos socialistas, com
taxas e taxinhas e regulamentos espartanos como o do Alojamento Local – pela
recuperação económica do País. Se não fosse o turismo não tinha havido nenhuma
recuperação económica. E com a recuperação económica o desemprego baixou,
sobretudo na área do turismo. E se o desemprego baixou, baixaram drásticamente
os subsídios ao mesmo. E aumentaram enormemente as taxas para a Segurança
Social. E cresceram os impostos cobrados pelo Estado aos trabalhadores que
arranjaram emprego. E o ambiente social desanuviou…
Eis resumidamente – há que
acrescentar o aumento das exportações e o bom momento da economia internacional
e, claro, o BCE e as compras de dívida portuguesa – o “milagre” de Costa e do seu Governo, completamente imerecido por
terem sido os socialistas a lançar o País numa ignóbil bancarrota e por terem a
sorte de estar no Governo no momento em que a recuperação ocorreu e lhes caíram
no regaço os frutos dessa mesma recuperação, tornando-os – eles, que foram os
grandes fautores da crise que vivemos – nos únicos beneficiários sem terem
mexido uma palha nesse sentido.
Os socialistas têm por regra dar
cabo de tudo o que está a correr bem – o melhor e último exemplo é a balança
comercial, a afundar-se completamente (ver link em infra) depois do Governo
anterior, a muito custo, ter criado um forte excedente, superavit que não
acontecia desde 1943 e devido às exportações de volfrâmio – entre outras
razões, é um problema ideológico e de competências, ou de incompetência
reiterada, terem chamado o FMI por três vezes atesta-o irrefutavelmente…
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