PENSAMENTO(S) SIMPLES DO DIA – DCCCLXXXV
«[…] quando questionado sobre uma possível substituição do
ministro
Adalberto Campos Fernandes, Costa responde sem rodeios: “Tirem o cavalinho da chuva”. Jornal “Expresso Diário”, 10/08/2018.
«A ignorância não é inocência, mas pecado». Robert Browning.
Confesso que António Costa é um
tipo que me mete muita impressão, para além de cometer um erro de palmatória e
completamente imperdoável para um português que faz parte da élite (faz?), um
governante de topo, um tipo preparado, educado e licenciado em Direito por uma
Universidade prestigiada – diferentemente de Sócrates, que nem numa
Universidade de aviário se conseguiu licenciar, atestam-no 4 cadeiras
ministradas pelo mesmo Professor e resultados afixados ao Domingo – como a de
Direito de Lisboa, diz “PRECARIDADE”, em vez de dizer pre-ca-ri-e-da-de, e usa também expressões como a
citada em supra: “Tirem o cavalinho da chuva”!
Ele tinha mil e uma maneiras de
dizer a mesma coisa duma forma mais elegante e que conferiria mais dignidade ao
cargo que ocupa e desempenha (embora muito mal…) e à sua própria pessoa, como
por exemplo:
“Isso não vai acontecer”; “não
pensem nisso”; “está fora de questão”, “isso é impensável”; “jamais”, e por aí
fora, mas não, prefere proferir uma expressão completamente informal e
imprópria, sem elevação nem categoria e mais adequada a uma conversa banal de
café entre amigos…
Eu também poderia dizer, seguindo a mesma ordem de
ideias e prática: este Primeiro-Ministro é um javardo, mas por uma questão de
elegância, de decência e de respeito pelo cargo, fico-me por: este António
Costa é mesmo um básico, um primário, um papalvo… ainda bem que não votei nele,
sentir-me-ia muito envergonhado.
P.S. – já depois de escrever este texto ocorreu-me
que não mencionei que a Ordem dos Engenheiros não reconhece Sócrates como
engenheiro, desculpem! Para quem tiver dúvidas, eis a fonte:
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