PENSAMENTO(S) SIMPLES DO DIA - dcccxxxviii
«Sporting: Bruno
de Carvalho proibido de entrar em Alvalade. Sousa Cintra envia comunicado a todos os funcionários, técnicos,
atletas e colaboradores do Sporting a impedir todos os membros da anterior
direcção de entrarem nas instalações do clube e da SAD». Jornal “Público”, 25/06/2018.
DA POLÍTICA AO FUTEBOL, DO FUTEBOL À POLÍTICA – OS MESMOS ERROS, OS
MESMOS VÍCIOS, OS MESMOS DEMAGOGOS…
Não percebo nada (ou quase) de futebol, nem quero…
Contudo, ao longo das últimas
semanas, ao tomar conhecimento das atitudes desprovidas de qualquer racionalidade
e de um desvario completo e permanente de Bruno de Carvalho, tornou-se
impossível não reparar na similitude das suas atitudes e nas de um certo
político que, para infortúnio nosso, nos governou recentemente e nos levou à
falência, José Sócrates.
Haveria inúmeros exemplos a dar
para sustentar o que afirmo, fico-me por dois ou três bastante ilustrativos:
José Sócrates avançou com o TGV com o País completamente falido e no limiar do
resgate se concretizar, houve quem ficasse estupefacto. Bruno de Carvalho, responsável
pela rescisão unilateral dos contratos por parte de meia equipa de futebol,
responsável pela saída de 3 credenciados treinadores, com uma Assembleia Geral
de destituição marcada para daí a 5 dias, não teve pejo em assinar um contrato
com o polémico treinador Sinisa Mihajlovic, que o
liga ao Sporting até 2021 e que vai custar milhões, evidentemente. Fonte:
Quer Sócrates, quer Bruno de
Carvalho, acabaram na rua por força do voto dos portugueses e dos
sportinguistas… mas as asneiras (as facturas demenciais…) de um e de outro,
ficaram para serem resolvidas e pagas por terceiros. Só a revogação do contrato
do TGV vai-nos custar 149M€. Fonte:
E o custo brutal das rescisões
unilaterais dos jogadores de futebol, pode levar à falência da SAD.
Os demagogos, megalómanos,
irresponsáveis e populistas têm todos algo em comum; irresponsabilidade, loucura
e desvario, o problema é que não só somos nós que os escolhemos, como quer no
cado de Sócrates, quer no de Bruno de Carvalho, reincidimos nas péssimas
escolhas!
Portanto, aguentem-se!
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