PENSAMENTO) SIMPLES DO
DIA – DCCCXLII
«O PS está há quatro
meses consecutivos a cair nas intenções de voto dos portugueses e, desse modo,
a afastar-se cada vez mais de uma maioria absoluta nas legislativas. Segundo o
barómetro político de junho, sondagem da Aximage para o CM e o ‘Negócios’, o partido
liderado por António Costa é hoje a escolha de 37% dos inquiridos, menos sete
décimas face a maio e quase sete pontos percentuais abaixo do valor (43,7%) de
há um ano». Jornal “CM”, 18/06/2018.
«A diferença fundamental entre as duas religiões da decadência:
o budismo não promete, mas assegura.
O cristianismo promete tudo, mas não cumpre nada». Nietzsche.
o budismo não promete, mas assegura.
O cristianismo promete tudo, mas não cumpre nada». Nietzsche.
Substitua-se o cristianismo por comunismo e a
frase está actualizadíssima…
Aconteceu o mesmo a António Costa nas últimas legislativas, partiu de uma
enorme vantagem – acima dos 44% de intenções de voto – para acabar com uns ‘poucochinhos’ 32% nas urnas e para
depois tirar o coelho da cartola de uma aliança espúria com tudo o que é
comunista neste país, para obviar ao caixote do lixo da história que lhe estava
destinado por ter falhado clamorosamente… O que é curioso na Geringonça é o
facto de os comunistas desde 1974 terem combatido o PS denodada e frontalmente
numa guerra sem quartel, como se o PS fosse, para eles, o inimigo principal,
acabarem todos na cama com juras e
protestos de amor eterno…
Confesso que o que me mete imensa impressão é o facto de o PS, apesar de
tudo, apresentar uns robustos 37% de intenções de voto depois de tudo o que se
passou, cito só o principal: bancarrota de Sócrates em 2011 e o seu custo
brutal nas próximas décadas para os portugueses; a ‘vida exemplar’ de Sócrates
e todas as trapalhadas em que se envolveu e lesou gravemente o País, Manuel
Pinho e os 15.000€ que recebeu por mês do BES enquanto Ministro de Sócrates,
segundo acusação do M.P e, finalmente, uma hipotética renovação da Geringonça
no caso de maioria relativa, ao arrepio da história, do exemplo europeu e dos
seus ensinamentos. Diga-se em abono da verdade que, desta vez, os portugueses
não poderão invocar o desconhecimento dessa aliança como em 2015 e votarem tranquilamente no PS...
Então é neste partido, que nos dá e onde germinam estes exemplos fabulosos,
que os portugueses confiam?
Fazem mal...
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