« […] será difícil convencer quem quer que seja que membros
deste governo não tiveram nada que ver com o governo Sócrates».
António Barreto, Jornal “DN”, 06/05/2018.
«Abre a mente ao que eu te revelo e retém bem o que eu te digo,
pois não é ciência ouvir sem reter o que se escuta». Dante Alighieri.
António Costa; José
António Vieira da Silva; Augusto Santos Silva; Eduardo Cabrita; Pedro Marques;
Maria Manuel Leitão Marques; Ana Paulo Vitorino; Manuel Heitor; Teresa Ribeiro;
Marcos Perestrello; Luís Medeiros Vieira; Manuel Caldeira Cabral; Mariana
Vieira da Silva; Tiago Antunes; Graça Fonseca; António Mendonça Mendes; João
Leão; Anabela Pedroso; Miguel Cabrita; Cláudia Joaquim; Guilherme W. d’Oliveira
Martins; Paulo Alexandre Ferreira; Ana Mendes Godinho. Fonte:
https://observador.pt/especiais/este-ps-e-aquele-ps-os-governantes-que-se-repetem-com-costa-e-socrates/Conto nesta lista 23 políticos que pertenceram ao Governo de Sócrates ou fizeram parte do seu staff político e que agora fazem parte do Governo de António Costa, transitaram de um para o outro. Poderemos dizer que, a exemplo de Costa, Carlos César, Santos Silva, Medina, Galamba e Ana Catarina Mendes, todos se sentirão muito envergonhados se os crimes de que Sócrates e alguns ex-ministros de Sócrates estão indiciados, se confirmarem, pois, sem dúvida…
Não obstante, há desde
já uma pergunta a fazer:
Então não têm vergonha
de terem participado num Governo que levou o País à ruina, a uma ignóbil bancarrota?
Ou vão dizer que também não se aperceberam que o País foi para a valeta e que,
por esse facto, foi preciso chamar a Troika?
E Costa, nestas
circunstâncias, não tem vergonha de nada? As decisões não eram de um órgão
colegial que a todos obrigava? Não há nada tóxico nem reprovável nisto tudo? São
todos uns meninos de coro, de decoração, meros figurantes?
Cada um que tire as
ilações que quiser… eu penso que é preciso uma dose monumental de descaramento
ou uma manobra perfeita, ao jeito de um grande faquir capaz dos maiores
malabarismos, para escapar entre os pingos da chuva, sem culpa nem pecado e os
portugueses – nunca vi povo mais clarividente, mais inteligente, mais
supinamente astuto! (espero não estar a
trocar nenhum adjectivo…) – estarem em vias de lhe dar uma maioria absoluta e
de o reconfirmar à frente do Governo por mais 4 anos! A ele e aos seus compagnons de route, perdão, de Governo…
Afinal de contas, não há motivo para sentir
vergonha do Governo de Sócrates, nem mesmo pela ignóbil bancarrota que nos
legou porque essa nunca será sentenciada em tribunal, nem daqui a 10 anos, já
prescreveu, basta olhar para as sondagens…
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