«Neste momento, sinto-me com a mesma capacidade, força, prazer e
honra em servir o clube que amo, não vendo qualquer motivo enquanto
sportinguista para me afastar de um trabalho e de um rumo que está a ser
seguido com sucesso nestes cinco anos». Bruno de Carvalho,
Presidente do Sporting Clube de Portugal, jornal “DN”, 17/05/2018.
«Tudo quanto sei com maior certeza sobre a moral e as obrigações dos
homens, devo-o ao futebol». Albert Camus.
É curioso que Albert
Camus tenha escrito isto…
Ocorre-me: «Força, força, companheiro Bruno, nós
seremos a muralha de aço»!
Percebo muito pouco
de futebol e não quero perceber muito mais embora aprecie bastante um bom jogo
do mesmo. Contudo, ao ler esta afirmação de Bruno de Carvalho, lembro-me de uma
situação que tem semelhanças com a actual pelo surrealismo puro e que ocorreu
há muitos anos com uma personalidade muito singular e particularmente louca no
espectro da política portuguesa:
O companheiro Vasco!
Lembram-se? E da toada:
“Força, força, companheiro Vasco, nós seremos a muralha de aço!”
Por
simples e clara analogia de situações – e que quer o Vasco na altura, quer o
Bruno hoje, dois verdadeiros náufragos abandonados por todos e completamente
fora da realidade – penso que o lunático Bruno de Carvalho tem bastante da
loucura de Vasco Gonçalves, mas não tem já nem força, nem muralha, muito menos
companheiros e o PCP não é para aqui chamado...
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