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COM UM PARTIDO QUE TRANSIGE NO ESSENCIAL E NO FUNDAMENTAL, NÃO! COM ESTE PS, NÃO!
«[...] com este PS, não! O PS não virou à esquerda apenas por uma questão prática de entendimento com PCP e Bloco de Esquerda, virou do ponto de vista ideológico. Com este PS manifestamente não vejo possibilidade de haver minimamente um governo ou uma solução governativa […]».  Nuno Magalhães, líder parlamentar do CDS, Jornal «DN», 03/03/2018.
 
Ora aqui está o que Rui Rio deveria ter dito deste o primeiro momento, com este PS, não! É que este PS de António Costa atraiçoou todo o passado do PS de luta contra os partidos totalitários e antidemocratas, sim, não há democracia de alguma espécie em partidos infestados de Estalinistas empedernidos, ou de Trotskistas puros, ou de resilientes Maoistas, como o são o PCP e o BE –  e que, para além do mais, são partidos que defendem ideologias defuntas! Logo, se não há democracia, não pode haver aliança com aqueles que não defendem os nossos valores e que nos pespegarão em masmorras – na forma mais branda, normalmente costumam usar o fuzilamento – como fizeram em todo o lado onde foram poder. A Sibéria era o maior Gulag do mundo comunista, mas houve outros um pouco por todo o lado…
Depois de Sócrates e de tudo o que ele constituiu em termos de traição ao País, de contributo miserável para o desequilíbrio das contas nacionais na sua forma mais pura, a bancarrota, de comportamentos que são ataques à decência, à ética e à moral – apanhamos com Costa e uma aliança à esquerda, é demais! Não há dúvida, é motivo para dizer: com este PS, não!
Não houve um ‘desgraçado’, uma alma bem intencionada, um militante puro, lúcido e com eles no sítio que o denunciasse no Congresso do PS no último fim de semana, foi pena, teria sido uma boa oportunidade e, acima de tudo, uma obrigação moral em relação aos homens do PS que lutaram contra o PCP e a tentação totalitária de 1975, o PREC. Estou a lembrar-me, acima de tudo, de Mário Soares antes de atacado pela arteriosclerose, de Zenha e de tantos outros que afoita e corajosamente contribuíram fortemente para impedir o PCP de tomar o poder contra a esmagadora vontade do povo português. Relembro que em eleições, objecto imprescindível e incontornável em qualquer democracia digna desse nome, o PCP e o seu satélite MDP, nunca chegaram sequer a 17% do voto do eleitorado!
O tempo há-de chegar em que pedirão contas a Costa pela Geringonça e do que isso significou de traição ao PS e à sua história e património intelectual, à democracia, à transparência e ao respeito pelos eleitores e pela sua vontade.
É por isso que com este PS, definitivamente, não!

 

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