«Um estudo divulgado recentemente mostra que mais de metade dos
venezuelanos vivem em pobreza extrema e afirmam ter perdido mais de dez quilos
em 2017 - a pobreza extrema aumentou de 23,6 para 61,2% em quatro anos e quase
10% apenas entre 2016 e 2017». Jornal «DN»,
21/03/2018.
«O comunismo é o amanhã da humanidade». Brejnev.
Sabem
como se constrói um Paraíso na terra? Não? Então olhem para a Venezuela, a
receita é sempre a mesma e já foi experimentada em alguns países nestas
latitudes, o melhor e mais próximo exemplo é Cuba, o bordel dos americanos
antes da Revolução, o bordel disfarçado dos europeus agora, na miséria antes e
depois da Revolução que já foi em 1959, ou seja, há quase 60 anos e a pobreza
generalizada perdura e o Paraíso nunca mais chega, está atrasadíssimo...
Quanto à Venezuela, não interessa nada que detenha as maiores reservas de
hidrocarbonetos do mundo – petróleo e gás – os comunistas encarregam-se de “tratar” de tudo como
estão a fazer denodadamente neste inditoso país. Quer a pobreza extrema, quer a
fome, vão de par e de mão dada, claro.
Faz-me
sempre lembrar a penúria dos tempos da URSS e a velha blague que dizia que se o comunismo
chegasse à Arábia Saudita, dentro de pouco tempo começava a faltar areia… areia
ainda não faltará na Venezuela mas gasolina tem faltado regularmente… como nos
diz o jornal «El País» em notícia do seu correspondente de 23/12/2017, nos
seguintes termos:
«Venezuela, um País petroleiro sem
combustível. Motoristas dos Estados de Táchira e Zulia, na região ocidental
fronteiriça com a Colômbia, fazem filas de até oito horas para poder se
abastecer».
Não
estou nada de acordo com Brejnev, até porque ele é anterior e contribuiu com a
sua liderança fortemente para o colapso de URSS e a sua máxima que citei, não
impediu que a URSS tenha implodido completamente sem nenhuma espécie de amanhã,
quanto mais de futuro… estou mais em sintonia com o seguinte:
«O socialismo é a filosofia do
fracasso, a crença na ignorância, a pregação da inveja.
O seu defeito inerente é a distribuição igualitária da miséria». Winston Churchill.
O seu defeito inerente é a distribuição igualitária da miséria». Winston Churchill.
O velho Winston sabia meter os dedos nas
feridas, então o último parágrafo assenta que nem uma luva na pobre Venezuela…
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