«THINK BIG!» - slogan usado comercial e eficazmente numa
multinacional onde trabalhei…
«O que se discute em 2019 não é quem fica em primeiro lugar, mas que
bloco consegue ter 116 deputados, o bloco das esquerdas ou o bloco da direita, esse
é o único cenário com que o CDS trabalha, ser alternativa à constituição de um
bloco das esquerdas». Assunção Cristas, jornal «Expresso», 20 de Janeiro de
2018.
Linear, simples e incisivo, à
parte o facto de não referir o centro onde se ganham as eleições, esta frase
contém neste momento tudo o que interessa dizer em relação às eleições de 2019;
bater e desalojar a esquerda do poder, ter a maioria!
Qualquer outra posição – que,
ainda por cima, pode ser rechaçada e recusada, como ainda esta semana fizeram
Carlos César, Pedro Nuno Santos e António Costa dizendo que o PS privilegia
acordos à esquerda e não tem motivos para mudar de parceiros – só lhes aumenta
a margem de manobra, só lhes facilita a vida!
É como Rui Rio prontificar-se a
atirar uma bóia ao PS com o intuito de o “salvar”, e este dizer que prefere
continuar a nadar com os seus parceiros favoritos da esquerda, mesmo que acabe
afogado. Rio pode agora recolher a bóia e metê-la no saco…
Os partidos do centro e da
direita só precisam de ter um único objectivo – com a economia a correr de
feição sem mérito algum do Governo, sem saber ler nem escrever, não vai ser
nada fácil mas têm que ousar lutar denodadamente por isso, em grande! – pôr cobro a este
Governo hipócrita de clientelas, de facções, de grupos – antítese de um Governo nacional –
e do amiguismo do poder.
Democrática e transparentemente,
pois claro…
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