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«Partidos à esquerda são parceiros preferenciais». Carlos César, líder parlamentar do PS, Jornal «Observador», 23/01/2018. 

Numa futura aliança. Ora muito bem, isto é o que se chama uma opção, não será de classe, isso é mais em termos individuais, mas de partido, de facção! Perfeitamente legítima, aliás e, desta vez, o eleitorado foi avisado de que o PS se vai – se precisar, claro! – aliar à extrema-esquerda! Viva a transparência que esteve completamente em falta em 2015! 

O que é preciso é explicar que Carlos César quer continuar aliado aos partidos comunista e cripto-comunista, PCP e BE. Ora, o que querem esses partidos para Portugal, velhas U.R.S.S.? Impossíveis por terem colapsado, resta o que sobra e está vivo: novas Cubas e novíssimas Venezuelas! 

Exactamente, é esse o modelo, não há outro, é sempre o mesmo e estamos fartos de o ver ser entusiasticamente apoiado; com a morte de Fidel, isso foi evidentíssimo, e com os golpes vibrados continuamente na democracia por Nicólas Maduro, à saciedade… estes partidos nunca falham a apoiar os regimes irmãos. 

Só resta saber se os portugueses cientes do que eles querem, sobretudo o PCP e o BE, querem o mesmo para Portugal e se estão de acordo… 

Tenho as mais fundadas e sérias reservas… diria mesmo categoricamente: NÃO!

 

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